segunda-feira, agosto 22, 2016

Ouro, para o Bem do Brasil

Acabada a festa, podemos fazer algumas considerações a respeito da realização das Olimpíadas no Rio de Janeiro.
Os otimi$ta$ e intere$$ados, dizem que foi um $uce$$so. Claro, não? Tirando tudo o de ruim que foi omitido e só mostrando as coisas boas, qualquer coisa é um sucesso. Até aquele miserável que recebe R$ 70,00 por mês de esmola, se ficar no canto dele, não fizer nada, não comer, não respirar, ficar hibernando, ao final do mês ter-lhe-á sobrado R$ 70,00. Ele estará superavitário.  Coisa rara no Brasil de hoje.
A total irresponsabilidade é ter realizado a Olimpíadas! O Brasil tem quase seis mil cidades em penúria e fartura. Falta tudo! Destinar “oficialmente” 50 bilhões e aplicar em uma única parte de uma única cidade, para que ela seja uma cidade maravilhosa aos olhos do mundo é minimamente ridículo e absurdo.  Apesar do imenso $uce$$o,  hospitais continuam a não ter gaze para atender pacientes no lado real da cidade. Imagine o resto.
Nos dias de Olimpíadas os canais de TV nem ao menos tinham noticiário! E o “resto”? Não está acontecendo nada no Brasil e no mundo?  Para eles não.
 O Brasil real conquistou 6 medalhas, ao custo de 40 bilhões. Se se fosse minimamente sério, poderíamos conquistar essas mesmas medalhas em qualquer outro lugar do mundo. Sem ter que gastar o que não tem para bancar um banquete de mendigos. E dar destinação digna e responsável a toda essa fortuna. Mas responsabilidade não é o que se vê por aqui.  Governantes irresponsáveis e de má-fé. A começar pela suprema mandatária do país, que nem ao menos sabe o que é "Responsabilidade". Tanto é que, ao ser acusada de tê-la infringido alega ser honesta. Pode-se ser absolutamente honesto e irresponsável. Nada a ver, uma coisa com a outra. A cabal confissão se mostra por nem saber do que se trata, o que vem a ser a tal Responsabilidade. Junto com o Plano de Poder, criou no povo uma geração de irresponsáveis.
As Forças Armadas mantêm um Programa destinado à formação de atletas de alto desempenho. Um Programa sério: ao custo de R$18 milhões. E eficiente, pois proporcionou a conquista de 13 medalhas. De Ouro. De Prata. Outras de bronze, mas medalhas. Mostrando ao mundo que somos um País minimamente Olímpico. Mas parte dos brasileiros, as “viúvas do regime petista” manifestou ojeriza ao fato de que o atleta prestou continência militar ao ser condecorado.
Tal Programa é equivalente à Lei Rouanet, lei séria e notável, de fomento à Cultura. Que, como tudo o mais, foi devidamente “abrasileirada”, servindo de mais um canal de desvio de bilhões, produzindo “arte”,  tais como enfiar o dedo no cu, de maneira cultural, claro. Tudo bem, desde que o “autista” destinasse noventa por cento do benefício pecuniário recebido aos cofres do Partido, para fazer parte do circo.  E também que, obrigatoriamente, aparecesse na mídia para declarar apoio ao maravilhoso PT e que “tudo é um golpe”.  
Não há qualquer diferença entre a continência militar e aquele inusitado e fora-de-hora-e- lugar punho cerrado que apareceu na Abertura Oficial. Aquilo nada mais é do que um gesto, uma continência. Só que não militar, mas um preito rendido ao Comunismo. Que sabemos, o brasileiro historicamente é avesso a ele.
Disciplina, respeito, hierarquia, honestidade, responsabilidade, mérito e patriotismo são valores morais contidos em uma continência militar, comprovados historicamente. Por isso incomodam tanto quem não os têm ou mesmo fingem que não existem, só por não os ter.
Desse rescaldo de guerra, podemos concluir: as FFAA patrocinaram o bonito que o Brasil fez  nas Olimpíadas, por todas as medalhas conquistadas; as FFAA estão atuando bem na Saúde (nos casos ridículos de paí paupérrimo, como dengue, zica e etc); as FFAA garantiram ao mundo que a violência inerente ao Rio de Janeiro não aparecesse na Ilha da Fantasia criada para as Olimpíadas, para inglês ver; as FFAA estão contendo rebeliões, vandalismo e terrorismo no nordeste do País, pois bandidos são protegidos pelo “antigo regime”; as FFAA estão atuando nas fronteiras visando a reduzir o anular o tráfico de armas e drogas, raízes de todo o mal que avassala o País; ou seja, as FFAA estão tentando conter as rédeas do País inteiro.
Disso tudo, e por já estarem nas ruas e atuando ativa e positivamente, sugiro que as FFAA apliquem um Programa para que o Brasil, o povo brasileiro, tão merecedor disso,  consiga receber a sua medalha de Ouro. Para tanto, há que tomar as rédeas também dos Poderes da República. Para que o Brasil restaure um mínimo de viabilidade. Recuso a alegação de que “o regime militar” já provou que não funciona. Quem afirma isso mostrou-se irresponsável. Qualquer profissional responsável comete erros. O que não o impede, e mesmo obriga, a continuar atuando por incontáveis vezes. Um excelente médico, que já fez milhares de cirurgias, pode ter errado, talvez por negligência, em alguma delas. Só erra quem faz. Apenas de ser um único  já o submete a ter que responder pelo erro. Mas não será por isso que deixará de fazer outras tantas cirurgias, agora até com mais  acurácia.

Não há a hipótese de um “Regime”. Há a premência do cumprimento estrito do dever, conforme já vem fazendo em áreas específica, como já vem fazendo.  A própria palavra “intervenção” já contém a noção de precário, provisório. A vocação é outra. AS FFAA não foram lá competir pelo Ouro olímpico. Elas patrocinaram pessoas qualificadas, habilitadas e empenhadas em treinar para isso. Basta que ela patrocine isso: o mesmo tal Programa, adequado aos poderes da República, Executivo, Legislativo e Judiciário. Que o Presidente não seja aja como um reizinho que faz o que bem entende, mas que aja em prol da Nação; que o Legislativo não aja como que um balcão de negócios e que nem tenha “bancadas” disso ou daquilo. O Legislador é e deve ser eleito para Legislar pela Nação. Que a Administração Pública tenha regras que não permitam e fomentem a corrupção, tal qual é feita, E que o Judiciário tenha normas claras e responsáveis para que a Constituição seja cumprida. E que ela mesma, a Constituição seja feita, não nos moldes de um conto de fadas, mas normas gerais de um País decente e sério. O 7x1 já demonstrou que o país não é efetivamente sério e confiável. Basta agora reconhecer isso. E fazer alguma coisa a respeito. E As FFAA já demonstraram, pelo sucesso nas Olimpíadas, que é a nossa única força (até por obrigação legal) capaz de mudar o status quo, de país com complexo de vira-latas. E ser Ouro como Nação. 

quarta-feira, abril 13, 2016

Esse Brasil, orgulho meu!

Fui conhecer o Uruguai. Lá chegando, passei em uma farmácia, para repor os meus fitoterápicos. Sentei-me em um bar, pedi um café. E escrevi isso. Você pode ler aos poucos.  Sugiro que leia um tópico a cada vez que você for consultar suas mensagens no zap ou equivalente. Boa viagem!

Vivemos o caos nesse Brasil, com o Poder Executivo se utilizando de todos os recursos para se manter no poder. Absurdamente proibindo por medida provisória a livre manifestação, o que nada mais demonstra do que desespero de causa.  Por meio de fraudes, acobertando números falidos econômicos, aparelhando todos os poderes com o fim de se manter em um insustentável e pernicioso poder.

O povo se torna o único que não tem o mínimo poder, a mínima condição de se rebelar, sofrendo todas as consequências.

É preciso que as Forças Armadas intervenham e assumam o poder por um período, com o fim de restabelecer a ordem.  Como elas também estão dominadas e aparelhadas por esse partido que dirige autoritariamente o Brasil, o grupo inicial será de componentes que demonstrem buscar decisões em benefício exclusivamente do povo e da Nação em si. Todos os privilégios em todos os poderes estarão provisoriamente suspensos, inclusive os dos próprios militares.  As decisões deverão ser por um País decente e não para privilegiar qualquer grupo que seja, devendo explicitamente beneficiar o povo como um todo. E cada decisão deverá ser comunicada à população, que dará o retorno da medida. A internet existe hoje é para isso.

O brasileiro teme “o Exército” como aquele filho que tem medo do pai bravo. Pois bem: em caso de baderna e anarquia é mesmo preciso a presença de um “pai bravo”

O papel das FFAA não é o de exercer o Poder Executivo. Portanto, o grupo inicial provisório terá, como uma de suas principais funções preliminares, o de requerer pessoas para que ocupem cargos públicos ministeriais em suas respectivas áreas de conhecimento técnico.

Embora em fase de saneamento, o Brasil não pode parar. Será feito na forma de uma lista de nomes indicados entre o funcionalismo público nacional (pela experiência na área) pelos setores da sociedade, por técnicos e também pela população em geral. Tais nomes irão sendo excluídos de acordo com o levantamento sobre sua vida pregressa e sua especialização. O primeiro nome será o escolhido, mantendo-se alguns seguintes como “reservas”, para o caso da necessidade. Devido à nossa premente necessidade, pode-se inclusive haver um “grupo Ministerial”, ao invés de uma única pessoa.  Serão pessoas interessadas em desencalacrar o Brasil, do buraco em que nossa enfiaram.

As eleições gerais só serão convocadas após a modificação e atualização do sistema eleitoral, sugerida a seguir.  

Já temos investigações desvendando algumas das espoliações dos cofres públicos. Tais investigações deverão seguir seu curso, sem privilégio de espécie alguma. Todos são cidadãos e poderão ser investigados, se os indícios assim o indicarem.

Deverão ser investigadas todas as Instituições, como Banco do Brasil, CEF, BNDES, CVM e outras, mesmo sem que haja qualquer queixa, indícios, suspeita ou qualquer outra. Uma forma inicial de auditoria investigativa judiciária de todas as instituições. 

Todos sabemos que o aparelhamento feito no Estado criou irregularidades e crimes, que deverão ser investigados, punidos e os bens restituídos.

Todos os bens desviados deverão ser restituídos aos cofres públicos. Tudo o que foi indevidamente remetido ao exterior deverá ser repatriado e restituído. O que não isentará os responsáveis por responder criminalmente. Todos os bens e recursos de todos os parlamentares e senadores (bem como de todos os seus familiares e servidores)  deverão ser provisoriamente bloqueados, até que se concluam investigações. Sendo que os mesmos estarão impedidos de deixar o País, para que respondam pelos seus atos. E, caso o façam, todos os seus bens serão confiscados para o Tesouro Nacional.  A Polícia Federal deve contar com a colaboração de organismos policiais internacionais. A fuga será considerada declaração de culpa.

A recomposição dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário deverá ser feito de acordo com “sugestões” que virão paulatinamente modificando a Constituição. A nossa Constituição já é bem extensa. Porém, recheadas de má-fé, benefícios espúrios, além de mentiras, promessas sonhadoras e outras coisas que bem sabemos, foram lá escritas hipocritamente e nunca saíram do papel. 
As cláusulas pétreas não poderão incluir quaisquer privilégios, não extensível a todos os cidadãos.  

Tal carta será elaborada paulatinamente, com a inclusão progressiva de normas gerais para que o País possa retomar a viabilidade, com a mudança de práticas centenárias e nocivas, que perpetuam todos os males que culminaram no presente estado de anarquia em o Brasil que se encontra.
Assuntos que deverão estar sujeitos à apreciação, nova redação legislativa e alteração da Constituição. Os assuntos não seguem áreas de conhecimento e legislação, mas apenas numerados para identificação, e poderão e deverão ser seguidos de outros.  

1 - A adoção da pena de morte para crimes dolosos contra a vida.

2 - A Adoção da pena de morte para os crimes contra o Estado e de lesa-pátria. Isso erradica a corrupção.

3 – O voto será facultativo e secreto para o cidadão. Todo voto parlamentar será aberto, pois o voto não é dele, mas do representado.


4 - O fim da reeleição para qualquer cargo eletivo. O fim do político profissional. Um mesmo cidadão poderá se candidatar a Vereador, Prefeito, Governador, deputado Federal e Presidente da República. Nesta ordem.

Requisitos mínimos para postulantes a cargos eletivos: idade, curso superior efetivamente realizado e compatível com a função postulada, Sem nenhum dos conhecidos privilégios hoje existentes. Por ser um funcionário público terá os benefícios assegurados a qualquer trabalhador. Todos os seus assessores farão parte do quadro de funcionalismo público, havendo remanejamento de área, quando necessário.

Os servidores públicos eleitos jamais poderão ocupar cargos em “diretorias” de estatais ou quaisquer outros cargos, para o qual foi eleito. 

Os suplentes não terão qualquer remuneração. Ocorrerá a remuneração proporcional quando da temporária substituição ou integralmente em caso  de impedimento definitivo ou morte do titular.

Os cargos eletivos terão seus tempos de mandatos considerados para aposentadoria pelo INSS.

5 -A extinção dos cargos de Senador e de Deputados Estaduais. A redução do número de deputados federais, proporcionais por estados e suas populações e renda. A não-remuneração para o cargo de Vereador. Todas as funções administrativas e de suporte exercidas nas Câmaras municipais, governos estaduais e Presidência da República serão exclusivamente de funcionários concursados.  

6 - Ao STF caberá julgar casos pertinentes ao controle de constitucionalidade e terão fim os recursos protelatórios de imediato, bem como o foro privilegiado. Todos deverão ser julgados como cidadãos comuns que são. Os componentes do STF deverão ser eleitos, dentre os que exercem a Magistratura e com mandatos superiores e não coincidentes ao de Presidente e Governadores.

Adoção pelo STF de Súmula Vinculante (nos moldes dos 'precedentes")que atualizará a legislação brasileira e impedirá que se formem milhões de processos com a mesma causa de pedir. Serão ratificadas pelo Legislativo, após a sua aplicação, tornando-se uma nova lei e revogando expressamente a anterior.

7 – A reformulação, adequação, atualização do código Penal e de Processo Penal, de acordo com a vida no século XXI; extinção dos crimes hediondos. Todo crime, para o Estado e para o cidadão é hediondo; fim da Progressão de Pena; fim da contravenção: é crime ou não é crime.

Revisão criteriosa  e atualizada dos “Agravantes”, “Atenuantes”, “Imputabilidade”.

Exemplo aleatório: a existência de “atenuante” para policiais, por terem emprego fixo. Se é a Polícia quem está julgando um policial, é obvio e não “atenuante” a sua condição de “empregado””.
Ou ainda: residência fixa, em casos de crimes bilionários. Óbvio que o indivíduo tem uma e até muito mais do que uma. Ou seja, os nossos CP e CPP estão no século XIX.

Formação de quadrilha: não é mais feita nos moldes da idade média. Hoje conhecemos uma infinidade de quadrilhas, imiscuídas em todas as áreas de atuação do Estado Brasileiro. Todas, sem exceção.   

8 - A redução do número de cidades. Como uma pessoa jurídica, só poderão existir se houver comprovação de receita compatível com sua autonomia financeira. As 5500 cidades existentes apenas funcionam como curral eleitoral, sendo que a maioria nem tem receita suficiente para tal autonomia. O repasse federal serve para manter privilégios de prefeitos e vereadores e o aparato de “prefeitura”.  Mera continuação institucionalizada do coronelismo, donos da cidade e região. Servem apenas para gerar a corrupção. Deverão ser agregadas ou reagregadas à cidade de origem, sem o status de cidade.

9 - A adoção dos recursos de internet para a proposição de normas e leis, disponível a todo e qualquer cidadão. Grupos de interesse comum poderão e deverão ser criados para as proposições e também controle.

A adoção de uma norma deverá ser de interesse geral do povo e não restrita a atender aos interesses de quem as propôs, como um privilégio.

Qualquer servidor público será aceito como servidor público e não para atender aos interesses de um grupo que o apoiou.

Motivo: um dos grandes desvios da “democracia” é a existência da “bancada” religiosa, ruralista, e outras excrescências. O eleito o é para ser servidor público. E servidor da Nação e de todo o seu povo e não do grupo que o elegeu. A eleição é para o preenchimento de um cargo, não de uma pessoa.   

10 - As concessões de rádio e TV estão vinculadas à obrigação da divulgação de informes de utilidade pública, sem qualquer remuneração. Por serem concessões, não poderão ser negociadas entre particulares. Em não havendo mais interesse na concessão, apenas cessará o contrato  de concessão com o Estado.  

12 - O fim do horário político gratuito. Será pago pelo Partido ou pelo próprio interessado.

13 - A livre doação aos partidos ou interessado, para o custeio de propagandas eleitorais.

14 - A extinção de todos os jogos monopolizados pela CEF. A liberação dos jogos de azar (cassinos), com os moldes de controles copiados de países que já o praticam, dado à larga e antiga experiência. Já copiamos tanto, e mal-copiamos. Não custa copiar e copiar direito,na forma que funcione.

15  - A remuneração do FGTS será feita nos moldes de investimentos outros. Os 3% atuais representam estritamente apropriação indébita realizada pelo Estado.


A extinção do FGTS nos moldes atuais, sendo substituído por “participação acionária” na empresa, com direito a voto e/ou tomada de decisões, com a proporcional participação nos lucros, dividendos, desdobramentos, etc.  A livre negociação das ações, no desligamento do empregado.

16 – Permanece livre a manifestação de trabalhadores. Como o salário remunera o trabalho, a abstenção não gera pagamento. Eventual multa por decisão judicial será não em valores monetários, mas em doações de sangue dos participantes para os hemocentros qualificados.  
É vedado o direito de greve a qualquer servidor público, devendo ser qualificada como crime de lesa-pátria. E essa norma constará do “Regimento Interno” recebido e assinado quando da posse no cargo.  

17 - Cadastramento imediato, por meio da Receita Federal, de todas as propriedades de terras, com acesso amplo, por meio digital, dos proprietários. “Terras” incluem terrenos urbanos. Dessa maneira, cada cidade possuirá a lista completa de cada proprietário de cada terreno de sua jurisdição, bem como a condição atual, ocupado pelo morador, alugado, vago. Após a comprovação do meio de aquisição por meios legais a emissão da “Escritura”, que será obviamente “registrada”. Sem a dupla exigência atual (escritura + registro) e sem a interveniência de “Cartórios”. A não comprovação por meio legal da propriedade implica em que passará a ser considerada “Terra devoluta”, de propriedade da União ou Municípios, sendo disponível para a aquisição por qualquer interessado. Esse item é considerado como a “Reforma Agrária” que nunca foi feita no Brasil.

A RF tem todas as condições para executar essa tarefa, pois já o faz com os rendimentos de qualquer cidadão.

18 – O reestudo do pacto federativo. Leis estaduais, autonomia e interdependência. Os impostos estaduais.

19 - A extinção imediata dos Cartões de Crédito Corporativos, com a devolução integral dos valores utilizados desde a sua criação. Devolução que poderá incorrer até em bens de herança e devolvidos aos cofres públicos, quando utilizado para aquisição de bens ou direitos que fogem do escopo da sua criação.  

20 - A extinção da menoridade penal, passando a responsabilidade penal a acompanhar a civil, adquirida com o nascimento vivo.

21 - A criação de “Cursos Técnicos em Direito” para atender aqueles que desejam uma qualificação para emprego com essa exigência, por exemplo, em concursos públicos.
O curso regular servirá para os que desejam praticar a Advocacia geral. Magistratura,  Promotor, Defensor, desembargador, Ministros do STJ, STF  etc serão cursos tidos como “pós-graduação”, requisito para atender a qualificação para provimento dessas funções . O que não exclui os concursos públicos.

22 – A revogação da lei incriminadora do “Abortamento”. Tal procedimento ocorrerá por indicação médica, facultado o mero desejo da gestante, com os mesmos procedimentos e cuidados médicos-cirúrgicos a ser realizado pelo SUS.

23 - A extinção de qualquer ensino religioso ou ideológico em escolas públicas. A introdução das disciplinas de Direito, Economia e Cidadania, a partir da primeira série dos atuais cursos, desde o primeiro grau até o superior.  

Cidadania: nos presentes surtos epidêmicos de doenças contagiosas, como a Dengue, a mobilização nacional de todos os alunos como “vigilantes dos focos domésticos” e relatórios periódicos aos professores. Os casos positivos provocariam então a ação da Vigilância Sanitária e demais procedimentos. Apenas isso sendo feito erradicaria a doença. O que não exclui a ação do Estado, recolhendo lixos adequadamente.  

Quanto ao aprendizado do Direito em suas formas mais abrangentes: como cidadãos, somos regidos por ele. Sabendo ou não. É providencial que o aprendamos, assim como aprendemos a língua que falamos. O Direito é a nossa “linguagem social”.

Economia: a sociedade é regida pelo dinheiro. O estudo da Economia nos dá uma visão geral de “por onde ele anda”.  Sem esse conhecimento, o cidadão passa a vida “correndo atrás do rabo”. Vida de cachorro. Conhecendo os seus caminhos, basta que se entre nele. E atenda aos seus caprichos.

24 – Ocorrências de trânsito serão julgados na própria Delegacia, imediatamente após registrada a ocorrência. Em havendo a outra parte e esta não estiver presente, implicará em revelia.

A não-habilitação implica em exercício indevido de um direito, funcionando como agravante do delito praticado, tornando o doloso.

Havendo vítimas e com lesões corporais, todas as despesas ocorrerão às expensas do considerado culpado em juízo

Havendo óbitos em decorrência do acidente o processo deverá seguir para instância superior, onde será julgado como homicídio. Havendo dolo, a pena máxima de morte

A extinção de multas de trânsito. Quando o veículo estiver atrapalhando o trânsito, como no “estacionar”, este deverá ser removido do local.

As infrações cometidas fora das normas implica na culpa, devendo ser responsável civilmente pelos danos cometidos.

A liberdade conquistada por multa fará com que o valor reverta em benefício da vítima e não do estado.  

O nível alcoólico do motorista deverá ser averiguado apenas em caso de acidente, assim como se averiguam a propriedade do veículo, a habilitação e as condições gerais do veículo. Se em níveis efetivamente elevados que contribuam para o acidente, esse fator deverá servir como agravante, inclusive o dolo.

As “blitz de prevenção” servem apenas à corrupção. Ou pior: uma condenação sem crime.
Alguém pode estar alcoolizado e não cometer nenhuma infração. Alguém pode matar intencionalmente alguém sem nunca ter bebido uma gota de álcool. Esses dois extremos servem para afirmar que a criminalização de dirigir alcoolizado é justificativa apenas para arrecadar dinheiro em multas, que jamais corrigiu qualquer tipo de desvio de conduta.

Quanto a aprender que não se deve dirigir alcoolizado, isso pode ser ensinado desde o primeiro ano do ensino fundamental, conforme o já proposto, em aulas de Cidadania. No Direito ele aprenderá o quanto lhe será cobrado por isso. E em Economia, o quanto custará ao seu bolso tal decisão.

Aliás, aprenderá também que o correto é estar habilitado e qualificado para qualquer ato social.   

25 - Como prioridade nacional, o saneamento básico, a destinação adequada do lixo e água tratada na totalidade das cidades brasileiras.

Temos gasodutos e oleodutos atravessando a Europa, EUA e outros, tais como até a Bolívia. ( a inclusão foi feita pelos quilômetros e não pela importância, desculpem).

Podemos e devemos ter aquedutos, distribuindo água da Amazônia para todo o Brasil. Se é considerada o “pulmão do mundo’’, podemos fazer ramificações feito a um pulmão humano, com ramificações, “do Oiapoque ao Chuí”.

Certamente essa obra, canos de cimento e eventuais bombas, é muito menos complexa do que oleodutos e gasodutos. O parque industrial nacional tem tecnologia suficiente para fazer canos de cimento E depois juntá-los um ao outro de maneira inclinada, para que a água flua de um ponto a outro.  

Para demonstrar que é vinda da Amazônia, deve haver uma faixa em ambos os lados, de vegetação do local por onde estiver passando. A água chegará para todos e faremos um imenso reflorestamento nacional.  E tal obra não é para ter fim: sempre ela poderá ser estendida.

A mão-de-obra (não-qualificada) ficará por conta daqueles que recebem o atual “bolsa-família”. Não na forma de esmola em troca de voto, mas na forma de um salário mínimo. Um salário, um emprego, a dignidade. Sem nenhum desconto e também sem os “malefícios trabalhistas”. Durante o trabalho, o empregado poderá e deverá fazer “cursos de especialização’’, dentro das tarefas possíveis. O que permitirá que evolua em conhecimento e salário. Ao se desligar da obra, estará mais qualificado para o mercado de trabalho, certamente.

Ou seja: com o aqueduto, teremos água tratada para todo brasileiro, reflorestamento, dignidade para os então desempregados, qualificação profissional. Não garantirá nenhum voto. Mas ele certamente saberá votar em quem proporcionou tudo isso a ele.

Com os esgotos, o tratamento será o mesmo. Ele deverá atingir todo domicílio brasileiro. Todos.

Fonte de recursos para essas obras: o que se economizará no Ministério da Saúde com o tratamento de doenças ridículas de existir no século XXI em um País decente. Do bolsa-família. Do Salário desemprego (que deve ser consequentemente extinto. Ao ir solicitar o famigerado produtor de ócio remunerado, o cidadão será convidado a participar da gigantesca obra). Do Fundo de amparo ao Trabalhador.  

A ideia de um imenso aqueduto não é minha. O Império romano fez isso.

26 - A extinção imediata de: todos os partidos políticos nos moldes em que funcionam atualmente; imposto sindical; verbas para todos os “movimentos sociais”; do fundo partidário; todas as ONGs; todos os Conselhos de classe (CRM, CREA, OAB, etc e etc) nos moldes como são hoje; isenções fiscais de quaisquer entidades religiosas; todos os benefícios e privilégios concedidos a parlamentares (terão um salário, ainda a ser estabelecido, e demais descontos, como qualquer trabalhador), aposentadoria pelo INSS, verbas de gabinete, assessores (que deverão ser aqueles concursados e de carreira), passagens aéreas, moradia, paletó, telefone, etc, etc e etc.

27 – Serão formados partidos políticos nacionais, de acordo com uma “Proposta de Modo de Gerenciamento do Brasil”. Sem repetições. Não bastará ser “a favor da luta por melhorias”, “contra a opressão”, “em defesa de idosos, crianças, homens mulheres, brancos negros”. Isso nem deverá constar como proposta, pois tratam-se de obrigações inerentes. Todo cidadão é igual perante a Lei e o Estado. As “Propostas” serão certamente poucas.

28 – Partidos políticos, sindicatos, conselhos de classe terão como receita estritamente a contribuição voluntária de associados.

ONGs não tem razão de existir. Organizações não-governamentais vivem com receitas advindas do Governo. Logo, são governamentais. Logo, não são “não-governamentais”. Logo, a frase não se adequa pois a situação é paradoxal. E, portanto, não deve existir. Quem tiver dinheiro sobrando e tenha alguma afeição especial por algum segmento social, que vá lá e despeje o seu dinheiro.    

29 - Todas as fronteiras deverão ser protegidas pelos cidadãos (em denúncias)  e pelas Forçar Armadas, seja de contrabando, drogas ou armas. Os infratores serão julgados e sujeitos à pena de morte. A invasão de território será punida com a morte, como se faz no caso aeronáutico. Qualquer servidor público que permitir dolosamente a invasão será considerado como parte do grupo de invasores.

30 - fim das verbas para toda e qualquer propaganda estatal. A comunicação do início e fim de obras, programas ou providências será feita por meio de rádio, TV e internet, sem qualquer custo para o Estado.

31  - Um sistema tributário compatível com o Estado proposto acima. Creio que ele se mantenha apenas com o imposto sobre a renda isento até 10 salários-mínimos. E um imposto sobre a circulação de mercadorias (que inclui a industrialização). Sem taxação sobre serviços.

Um sistema assim dispensa a fiscalização. Esta apenas ocorrerá objetivamente, em casos concretos, não aleatoriamente. Impede a sonegação, pois ela será ressarcida quase que de imediato.

O Estado é caríssimo, burro e, pior, ineficaz.
Ilustração:
Uma câmera flagrou alguém que entrou de madrugada em uma lanchonete fechada, preparou alguns sanduíches, pegou um refrigerante, preparou um cafezinho e saiu. No dia seguinte, o proprietário levou a filmagem e prestou queixa policial, que acionou todo o aparato estatal. A Polícia está oferecendo mil dólares para quem oferecer pistas do infamante criminoso.

Assim é o Estado Moderno. O Estado Brasileiro é isso, totalmente avacalhado pelos nosso hábitos culturais de quinhentos anos.

O que proponho é barato, porque é eficaz.

32 – Ocorrendo a relativa normalização do País, as FFAA convocarão eleições gerais, nos moldes propostos. E voltarão os esforços para a proteção efetiva das nossas fronteiras e para a vigilância e manutenção da paz social.

33 - A descriminalização do uso da maconha. 

A sua embalagem para o comércio regular conterá bula descritiva médica detalhada, assim os demais medicamentos.

A sua comercialização deverá seguir os procedimentos para medicamentos "tarja preta", com a inclusão do nome do usuário em cadastro, assim como é feito nas Secretarias de Saúde, para médicos autorizados a emitir tais receitas.   

Todas as demais drogas assim permanecerão rotuladas, sendo ilegal o seu uso e o traficante sujeito à pena máxima de morte. 

continua... 


XI – Todo brasileiro deve ler A Latrina. Tal verbete deverá constar dos dicionários, como exemplo da expressão “eu bem que avisei...!”
São Paulo, 01 de abril de 2016

Luiz Gonzaga     

quarta-feira, março 02, 2016

O Oscar da Ignorância

O Oscar da Ignorância:
Estranhei bastante porque é que estão fazendo o maior drama com a Glória Pires, só porque ela estava ali para comentar sobre os filmes que concorreriam ao Oscar. Sem ter visto os filmes concorrentes.
Aqui nesse nosso Brasil,todos os dias são dias de Glória.
Vejamos alguns casos como exemplo. É impossível citar todos, obvio:
Um cidadão é ministro do STF e não sabe ler um artigo de lei até o final. Quando é o final do tal artigo que vai determinar o seu Sim, mas ele quer dizer Não;
Nenhum dos nosso congressistas sabe como é que milhões de dólares entraram em suas contas no exterior. O que reforça a sua tese é que ele nem ao menos sabia que possuía uma conta no exterior.
A Receita Federal informa ao Executivo que não sabe que existe um trilhão de dólares evadidos ilegalmente do Brasil. Baseado nessa precisa informação, haverá uma taxação de 15% para os que quiserem trazê-los, de volta da ilegalidade de do País. Com um anexo Atestado de Impunidade por tê-lo evadido. Porém, aí de você se sonegar alguma informação: é cana certa!
Os empresários não sabem dizer para quem são entregues as incontáveis maletas recheadas de dólares, condição necessária para ganhar uma licitação da Petrobrás, para a emissão de uma Medida Provisória benéfica e várias outras maracutaias. Sempre argumentam: "não conheço a pessoa, mas parece que tinha os cabelos castanhos. Não tenho certeza". Com isso, sobrou para o Cerveró, cuja descrição é exclusivamente restritiva.
A Presidanta nos ilude diariamente: não sabe falar. Nunca sabemos se ela fala mal porque fala o que não sabe, com ares de quem sabe; se fala mal porque não sabe falar,cumulando falar sobre o que não sabe, cumulando com não saber que não sabe e cumulando por ignorar que deveria calar a maldita boca. Porque, definitivamente não sabe falar.
O PT e seus petistas continuam a entoar o seu conto de fadas de um país das maravilhas e o seu príncipe encantado.Continuam a entoar "noventa milhões em ação...", quando hoje somos 210 milhões... de ladrões, pelo visto. O tempo passou na janela e só o petista não viu. Sua jovem corte visionária aguerridamente defendendo o jovem valente príncipe, quando o que há é um sujeito alcoólatra, com câncer, cirrose, demência senil, Alzheimer, esquizofrenia e, principalmente, bandido lesa-pátria. E rico, sem saber.
Por essas e outras, todo dia é dia de Glória para o brasileiro: ele não sabe de nada. Porque vive na correria. Uns correm atrás do bolsa-família, outros atrás da lei Rouanet, outros atrás de cota-para-alguma coisa, outros para criar uma ONG, outros pra criar uma Igreja de Adoração à Isenção total de Tributos e tantas outras migalhas do Poder para correr atrás. Parece que tem uns dois correndo atrás de trabalho. E a imensa maioria exercendo o seu sagrado direito de voto, eliminando concorrentes do BigBrother. Brasileiro já nem sabe mais sonhar com a Copa do Mundo, pois há um 7x1 lhe tirando o sono.
O Prêmio Glória, Oscar da Ignorância, vai para o Lula. Que efetivamente não sabe de nada sobre nada e delira ser o dono do mundo.

#alatrinablog

sábado, fevereiro 27, 2016

João Santana é um relógio suíço!

Eu me identifico bastante com o marketeiro João Santana. Eu fico tão envolvido com as minhas coisas que, caso você deposite US$ 10 milhões em minha conta na Suíça, eu nem vou perceber, nem vou notar. Aliás, nem sei porque é que abriram uma conta pra mim lá. Ou ainda: eu tenho uma conta na Suíça?
Porque o importante da vida é o Ser e não o Ter. Eu trabalho de graça para os meus amigos, por puro desprendimento, Amor e ideologia. Acho que  por isso me identifico tanto com a Suia: por causa dos relógios. Que também trabalham de graça.
E eu acredito que todas as outras pessoas são assim também.
E a única coisa que eu sei é que eu não sei. E é o que eu ensino para os meus amigos, como lema de vida. Eventualmente, em retribuição, alguém me faz depósitos. Os quais eu desconheço, por completo!
Alguns chegam ao exagero de roubar, apenas para me fazer esses mimos, depósitos de 30-40 milhões. Confesso que fico sensibilizado e feliz. Não pelo dinheiro em si, óbvio. Mas pela demonstração de afeto, gratidão e amizade.
Por isso, eu não entendo essas ações da Polícia Federal querendo saber do dinheiro, quem pagou pra quem, onde foi depositado, se é caixa dois, sonegação, trafico de drogas, de armas e etc.
O dinheiro não é tudo na vida. De que vale ganhar o mundo e perder a sua alma?
Deste mundo nada levaremos. Bens materiais não importam.
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Namaste,
João Santana!
(Mentidor, digo Mentor Eleitoral do Lula e asseclas)

sexta-feira, fevereiro 19, 2016

Notícias do Circo Brasil

Em um único dia é demais!!!
Notícias do dia (de hoje):
1 - Dilma deu uma aula hoje sobre... não interessa! Meu Deus! E ela lá sabe falar sobre alguma coisa?
2 - Estão investigando sobre uma transa que o FHC teve em 1970. Pior que isso é lembrar o Lula do tempo que ele tinha que trabalhar. Isso é tortura, minha gente! Vão ter que recordar o FHC sobre o que é transar. Ao Lula, sobre trabalhar, não adianta explicar.
3 - Um salafrário hoje foi solto da prisão por um cidadão que foi citado pelo dito salafrário como sendo um bom comparsa. Eita, Brasilzão! Só não direi nomes, em respeito as nossas leis, que são cumpridas à risca! Teori a da Conspiração.
4 - Na renhida luta contra a Mosquita da dengue, vi hoje plantarem citronela em uma praça pública.
Nota número Um - Pernilongos e pernilongas fazem ninho nas citronelas. É o seu café da manhã.
Nota número dois - a dita foi plantada ao lado de uma linda bromélia. Todos sabemos que ela armazena água da chuva.
Pergunta: não bastava retirar a bromélia?????
5 - Na favela Heliópolis foram erradicados os focos da Mosquita (de novo!). É que, com a visita do ilustre ministro Aldo Rebelo, o prefeito Haddad mandou retirar todo o lixo que havia lá. E havia muito.
Beleza! Vamos pedir então para que o ministro fique visitando cada rua de São Paulo. Assim, recolhem o lixo e o Aedes também.
Só não posso dizer que o Aldo é "brother" porque ele tem um projeto de lei que proíbe o uso de palavras estrangeiras.
6 - Zica: o Brasil foi rebaixado no grau de investimento, de BB+ para BB. Como o BB será o próximo a ser investigado pelo Juiz Sérgio Moro, então ferrou tudo!
7 - A Claudia Leite desistiu de publicar a sua biografia. (Não é "auto-biografia" por razões técnicas). Na realidade, essa foi uma típica saída à francesa: ela não tem uma história pra contar. Precisava mesmo era dos 400 mil do BNDES
8 - Somos campeões do mundo!!!! Eeeebaaaa!!! Calma lá que não é em futebol não. Nesse quesito ainda estamos em 7x1.
O Brasil é o país Numero Um no mundo em doenças transmissíveis, típicas de países miseráveis: malária, hanseníase, tuberculose, Zica (de novo!), e agora a sífilis.
9 - O Renan Calheiros tá pendurado, por conta de pensão pra uma dita cuja. O FHC tá enrolado com pensão também. Será que o Mick Jagger vai ser preso? Será que ele tá com problemas de pensão com aquela "atriz", super-talentosa e o show é apenas um disfarce para uma intimação e ele vai apresentar as suas fanfarronices de tornozeleira eletrônica?
Sei lá, viu! Eu ainda sou mais as amantes do Itamar Franco. Pelo menos elas eram mais transparentes.
E concluo que o bom é ser como Lula: é melhor não saber de nada mesmo!

domingo, fevereiro 14, 2016

Carta ao Brasil:uma continuação necessária

Caro Mark Manson:
Como brasileiro, agradeço a sua carta e o seu interesse pelo meu País. Ela é coberta de verdades. Que porém não chegam ao âmago da questão. Todo brasileiro médio já escreveu a sua “Carta aos brasileiros”. Inclusive eu. E nenhuma delas fez coisa nenhuma, porque indicam o caminho, mas não chegam ao ponto final necessário para que aquelas verdades possam serem trazidas ao mundo da realidade e produzam resultados práticos e efetivos.
Motivado pela sua carta, que a tomo como minha e também pela minha brasilidade de dezesseis gerações e interesse pelo Brasil, vou completá-la, com o que deve ser feito. Ou seja, esta não é uma “resposta” a sua, mas o complemento final.
Começando pelo final, hoje somos como que duzentos milhões de peixes tentando sobreviver em um Rio Tietê. Caso ajamos como o que você sugere, morreríamos rapidamente como perfeitos e civilizados cavalheiros e a expectativa de vida dos brasileiros talvez alcançasse, como a peixes sem oxigênio, alguns minutos. Esse é o nosso presente. E essa condição explica tudo, embora não a justifique. O brasileiro usa o “jeitinho” para sobreviver. Quem está lutando pela vida, literalmente, não pode pensar no outro e muito menos no “coletivo”. Animais matam as crias, ao sentir que não lhes há condições de sobrevivência. O ser humano nada mais é do que um animal. E o brasileiro é um animal enjaulado em sua insignificância social. E o jeitinho é a mísera molécula de oxigênio naquele Rio a que todos estamos submersos e submetidos.
E você acerta quando diz que só com o fim do jeitinho é que poderemos nos tornar uma coletividade, um País. Porém, se o seu uso fosse proibido por decreto, cada brasileiro não sobreviveria por alguns minutos, como os citados peixes dentro do Tietê. O que precisa é acabar com o que gera o jeitinho. Mais uma vez, começando pelo final, afirmo: apenas uma revolução total em costumes, leis e instituições fará com que esse conglomerado de duzentos milhões de pessoas possa não precisar dele, podendo assim se interessar em construir uma coletividade chamada Brasil. O sistema muda pessoas, mas não o próprio sistema, que se auto-protege e perpetua. Não são as pessoas que são corruptas. O Estado é corruptor em suas fundações e leis. Caso Deus fosse eleito Presidente, renunciaria em alguns dias, pressupondo-se que Ele seja alguém de boa-vontade.    
Eu conto sobre a origem histórica do jeitinho:
Durante trezentos anos, o Brasil foi uma terra-de-ninguém. As leis e normas de convivência eram as de Portugal e inaplicáveis aqui, inicialmente pela extensão territorial. Algumas pouquíssimas coisas eram regidas pelas leis canônicas da Igreja, segundo os seus próprios sagrados interesses. Era mesmo um “cada um por si”. “Vou a um lugar, cerco um terreno e extraio dele o que tiver para ser extraído. Se acabar, vou para outro lugar”. O escambo era a moeda circulante, na prática. E o diferencial era o “levar vantagem em, mesmo que honestamente”.
E esse contexto foi institucionalizado com a chegada de Dom João VI ao Brasil, em 1808. Ele chegou com um componente “novo”: o dinheiro, moeda corrente. E chegou também com outras novidades.
Imagine você, senhor Mark Manson, sendo visitado em sua casa pelo mensageiro da Família Real, com a seguinte mensagem: “a partir de amanhã, a sua casa e todos os seus pertences serão utilizados para acomodar a corte imperial. Ponto” E você teria até a meia-noite para desocupar a sua casa. Para onde você poderia ir? O problema é só seu, senhor Mark.
Por uma questão de sobrevivência, o brasileiro captou rapidamente o sistema real português. Os fidalgos tinham diariamente o “beija-mão” do Rei, quando pediam favores reais. O brasileiro passou a prestar favores  a esses fidalgos, em troca de pedir um lugar pra morar, um terreno  para viver e tudo o mais. Tudo.  Estava então instituído oficialmente a figura do “puxa-sacas”.  Os “favores” aos fidalgos geralmente eram constituídos pela concessão temporária e intempestiva de suas esposas e filhas, com suas graciosidades tão irreverentes e à mostra. Assim, senhor Mark, o senhor conseguiria outro lugar para viver.
Dada à efetividade do beija-mão, não custa prestar outros favores e obter outros favores. E você ganharia escravos. Um casal de escravos. Sem a mínima serventia, para quem não tem o que comer.  A escrava então era mandada para a rua para alugar suas graciosidades, em troca daquela coisa nova, a moeda. Para você Mark, já era bom. Ao menos não eram suas filhas. E o escravo iria para a rua também, para pequenos serviços, em troca daquela mesma coisa esquisita, que podia comprar tudo e dispensava o escambo: a moeda. Caso não encontrasse algum pequeno trabalho para ganhá-las, simplesmente as subtraia de quem tivesse, geralmente os portugueses. Nascia assim a prostituta e o punguista, o malandro brasileiro. E tudo o mais da vida brasileira foi construída como fruto do “beija-mão”. “Tudo” não é exagero, você diria. Não. Tudo mesmo.
Além dos miseráveis, havia os brasileiros da nata, geralmente latifundiários e etc. Nada de comércio, indústria, nada Um feudo com todo o sistema feudal da alta Idade Média vigente em 1800, Era da Revolução Industrial nascente. O “beija-mão” é um preito de vassalagem. Um rei nunca é corrupto. Todo o dinheiro é dele. Um rei não tem sede de poder. Dele emana todo o Poder.  Para os “bem-nascidos” de então, não bastavam pequenos favores. Quando o Rei foi embora, criaram um sistema político que convergisse a uns poucos, perpetuamente. Com o espírito do “beija-mão” criaram o Congresso Nacional, verdadeiro balcão de negócios. E eternizaram nas várias Constituições. “Não sou eu, é a Lei quem manda”. É bonito,não? E imoral. E é isso que foi instituído e vige até os dias presentes, brilhantemente aperfeiçoado. Porém velado.
O que difere do nosso momento atual é que não é mais velado. Apenas exemplificando: o amaldiçoado plug elétrico de três pinos. Não existe no mundo inteiro. É condenado por toda a Engenharia brasileira, por ser ridículo. Mas o Presidente proibiu a venda do anterior, instituiu e tornou obrigatório esse. Fundamento: para agradar um amigo que conseguiu a ele mais um título de Doutor Honoris Causa. Um Rei não precisa de dinheiro e nem de Poder. Mas um Presidente analfabeto gostou muito de ser transformado instantaneamente em Doutor. Beija-mão, pura e simplesmente. A Presidente proibiu por decreto que caminhões bloqueiem as estradas para protestar contra ela. Mas se for de apoio, então pode. Na Inglaterra os reis também faziam isso. Até que o povo deu um basta ao Rei. Em 1215. É, não há confusão na data não.  
E então, mister Mark, volto ao final antecipado. Não adianta ao brasileiro “ser consciente” na hora de votar. Não adianta “começar por mim”, uma mudança, porque ela não ocorrerá. Para o Brasil e o Brasileiro há apenas uma única condição que será eficaz e poderá transformar esse aglomerado de gente em um País dignamente chamado de coletividade: quando ele depositar o seu jeitinho em troca de uma AR-15 e deponha à força das armas todas essas “pessoas”, em qualquer tempo,  de um poder imutável e distorcido e então o modifique, com os valores que você mencionou. O jeitinho não se substitui pela força, dada a sua essência: “finja me enganar que eu finjo que me engano”. Mas apenas a força das armas pode depor esse Poder Real depositado nas mãos de humanos. E então elaborar um sistema feito por e para simples mortais, nós brasileiros.          
Só assim, poderemos redigir uma constituição com alguns poucos artigos que dispensem o uso do jeitinho para uma vida digna de todos, indistintamente. Talvez um único: todos os cidadãos são iguais perante o Estado e tem todo o direito que não avance o alheio. E que passe a viger a partir de agora mesmo. Eu a tenho redigida, em meus arquivos. Caso tenha interesse, posso enviá-la como anexo.   
Mais uma vez, obrigado pela sua carta e seu desprendido interesse pelo meu Brasil.
Um abraço

Em tempo: sei ser o senhor um empresário muito bem-sucedido. Caso tenha alguma vaga disponível, poderia entrevistar um cunhado meu, bastante competente?

É apenas uma brincadeira. A Carta de Pero Vaz de Caminha, anunciando ao Rei de Portugal o “descobrimento” do Brasil, após incontáveis bajulações, ele encerra com esse pedido. Data da carta: 1500. Entendeu agora? 

sábado, janeiro 02, 2016

Augusta Juliana

Por essa minha  vida afora, tomei todo o Sol. Nunca pude desfrutar uma sombra, dado que a única era a minha mesmo. Levei todos os jabbers e uppercuts da vida, mas cambaleante, nunca fui a nocaute, não! Em uma situação ou outra, nunca houve alguém a me testar os reflexos, saber de mim, se viva ou já não mais. 
Mas já fui ombro. Para amparar as mazelas de um  mundo inteiro. Que, quando recompostos, iriam desfrutar suas alegrias para bem longe de onde estaria eu. Já fui orelhas de lata-de-lixo  a concentrar estórias sem fim das lamúrias e descontentamentos de amigos e até de desafetos, invejosos e outros tantos. Que, ao depositar seus dissabores nessas minhas orelhas aqui, sentiam-se mais leves, a flutuar feito passarinhos e aproveitando a leveza do ser e do ar,  voar prontamente para outras paragens. Já fui de corpo todo e em partes, latrina para muitos infelizes despejarem seus traumas, neuroses, fracassos, frustrações ou simplesmente fluidos. Esses, desses, nem ao menos um muito obrigado. Passavam no caixa e retiravam um cupom, que os isentava de quaisquer percepções de que eu era uma pessoa, para além daquele receptáculo. 
Sim, sou e sempre fui cobiçada por feios, bonitos, casados, solteiros, esquisitos ou até interessantes. Eu lhes preencho as fantasias e os devaneios. Eles, que vendem a alma ao diabo para terem poder, que lhes possibilitará ter toda a riqueza do mundo, para levar pra cama todas as que eles quiserem. Eis a roda que move o mundo. E eu sou a sua riqueza, sou o seu ouro. Eu sou o seu sonho dourado. O que toco vira ouro. Mas, ao contrário do que todos pensam, o Rei Midas esse dom, não como uma dádiva, mas como um castigo. Tudo o que tocava virava realmente ouro. Todas as coisas tocadas lhe tornava rico. E aquelas das quais precisava para viver também assim eram: ouro, puro ouro. Suas vestes, seus alimentos, as pessoas que o rodeavam. 
Assim sou eu, Augusta Juliana, a  Dourada: enriqueço a todos, tornando-os mais felizes. Basta que eu olhe, toque ou mesmo pense. Assim, felizes, vão viver a sua felicidade.

Eu sou a Angústia Juliana. Uma alma tortuosa, atordoada e trancafiada em um corpo perfeito. Queria apenas poder amar e ser amada. Não ser possuída, não pertencer a alguém que me dê direitos e obrigações. E que, em seguida, cobre-os diuturnamente. Queria poder despertar não apenas luxúria da possibilidade de orgasmos monumentais. Queria poder não fingir prazer, fingir que ser ouro é uma benção, mentir para mim e para o mundo que a vida é linda e perfeita como eu sou para o espelho. 
Eu sou a que , porém, acredita que haja, um Deus, uma força, uma Sabedoria, uma droga qualquer para muito além de nós, meros mortais. Não um Ser que nos manipule feito a marionetes, que tenha todas as cartas marcadas e que sabidamente já me reservou um lugar no mais lúgubre do inferno. Um Alguém tão carente que me exija adoração a todo o tempo. Não, Há de existir um Algo que esteja além de saber os números dos dados que joguei, já que sabe tudo. Um Algo, um Alguém ou um Sei-lá-o-quê que tenha criado a possibilidade dos dados. Um Alguém que não seja burro a ponto de criar para si o eterno trabalho de fazer cair todas as coisas, mas um Alguém que tenha tido a suprema sabedoria de criar a gravidade. E com isso todas as coisas lhe obedecerão sem que lhes tenha que ficar pajeando por toda a eternidade. Elas todas simplesmente cairão e pronto.    
Por isso acredito que almas passeiam por aí e elas se encontram, se esbarram, se repelem ou se atraem. 

Não há comunismo algum

A expressão “comunista” passou a ser usada como uma espécie de xingamento. Já que todos sabemos que o Comunismo em si nunca existiu. Houve apenas uma tentativa frustrada da sua implantação pela URSS , que desabou junto com o Muro de Berlim.

Isso seria apenas uma frase explicativa, do que todos sabemos. Não fosse o uso renitente da técnica única petista de “acusar você do que você os está acusando”, para desconversar, até que eles recarreguem o kit e comecem a repetir tudo outra vez. E chamam você de ignorante por não saber o que é o comunismo.  Por isso eles são xingados de comunistas, sinônimo de imbecil, idiota, mau-caráter e por aí vai. 

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Pois bem: passou da hora de chamá-los de “comunistas”. Não o são. São apenas uma imensa quadrilha que se apossou do Brasil e quer transformar o Tesouro Nacional em Caixa Dois do Partido. Não há ideologia nisso. Os seguidores são apenas idiotas úteis, remunerados para defender uma ideia escrota e irreal. Apenas discurso. E bandidagem, pura e simplesmente.