sábado, fevereiro 27, 2016

João Santana é um relógio suíço!

Eu me identifico bastante com o marketeiro João Santana. Eu fico tão envolvido com as minhas coisas que, caso você deposite US$ 10 milhões em minha conta na Suíça, eu nem vou perceber, nem vou notar. Aliás, nem sei porque é que abriram uma conta pra mim lá. Ou ainda: eu tenho uma conta na Suíça?
Porque o importante da vida é o Ser e não o Ter. Eu trabalho de graça para os meus amigos, por puro desprendimento, Amor e ideologia. Acho que  por isso me identifico tanto com a Suia: por causa dos relógios. Que também trabalham de graça.
E eu acredito que todas as outras pessoas são assim também.
E a única coisa que eu sei é que eu não sei. E é o que eu ensino para os meus amigos, como lema de vida. Eventualmente, em retribuição, alguém me faz depósitos. Os quais eu desconheço, por completo!
Alguns chegam ao exagero de roubar, apenas para me fazer esses mimos, depósitos de 30-40 milhões. Confesso que fico sensibilizado e feliz. Não pelo dinheiro em si, óbvio. Mas pela demonstração de afeto, gratidão e amizade.
Por isso, eu não entendo essas ações da Polícia Federal querendo saber do dinheiro, quem pagou pra quem, onde foi depositado, se é caixa dois, sonegação, trafico de drogas, de armas e etc.
O dinheiro não é tudo na vida. De que vale ganhar o mundo e perder a sua alma?
Deste mundo nada levaremos. Bens materiais não importam.
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Namaste,
João Santana!
(Mentidor, digo Mentor Eleitoral do Lula e asseclas)

sexta-feira, fevereiro 19, 2016

Notícias do Circo Brasil

Em um único dia é demais!!!
Notícias do dia (de hoje):
1 - Dilma deu uma aula hoje sobre... não interessa! Meu Deus! E ela lá sabe falar sobre alguma coisa?
2 - Estão investigando sobre uma transa que o FHC teve em 1970. Pior que isso é lembrar o Lula do tempo que ele tinha que trabalhar. Isso é tortura, minha gente! Vão ter que recordar o FHC sobre o que é transar. Ao Lula, sobre trabalhar, não adianta explicar.
3 - Um salafrário hoje foi solto da prisão por um cidadão que foi citado pelo dito salafrário como sendo um bom comparsa. Eita, Brasilzão! Só não direi nomes, em respeito as nossas leis, que são cumpridas à risca! Teori a da Conspiração.
4 - Na renhida luta contra a Mosquita da dengue, vi hoje plantarem citronela em uma praça pública.
Nota número Um - Pernilongos e pernilongas fazem ninho nas citronelas. É o seu café da manhã.
Nota número dois - a dita foi plantada ao lado de uma linda bromélia. Todos sabemos que ela armazena água da chuva.
Pergunta: não bastava retirar a bromélia?????
5 - Na favela Heliópolis foram erradicados os focos da Mosquita (de novo!). É que, com a visita do ilustre ministro Aldo Rebelo, o prefeito Haddad mandou retirar todo o lixo que havia lá. E havia muito.
Beleza! Vamos pedir então para que o ministro fique visitando cada rua de São Paulo. Assim, recolhem o lixo e o Aedes também.
Só não posso dizer que o Aldo é "brother" porque ele tem um projeto de lei que proíbe o uso de palavras estrangeiras.
6 - Zica: o Brasil foi rebaixado no grau de investimento, de BB+ para BB. Como o BB será o próximo a ser investigado pelo Juiz Sérgio Moro, então ferrou tudo!
7 - A Claudia Leite desistiu de publicar a sua biografia. (Não é "auto-biografia" por razões técnicas). Na realidade, essa foi uma típica saída à francesa: ela não tem uma história pra contar. Precisava mesmo era dos 400 mil do BNDES
8 - Somos campeões do mundo!!!! Eeeebaaaa!!! Calma lá que não é em futebol não. Nesse quesito ainda estamos em 7x1.
O Brasil é o país Numero Um no mundo em doenças transmissíveis, típicas de países miseráveis: malária, hanseníase, tuberculose, Zica (de novo!), e agora a sífilis.
9 - O Renan Calheiros tá pendurado, por conta de pensão pra uma dita cuja. O FHC tá enrolado com pensão também. Será que o Mick Jagger vai ser preso? Será que ele tá com problemas de pensão com aquela "atriz", super-talentosa e o show é apenas um disfarce para uma intimação e ele vai apresentar as suas fanfarronices de tornozeleira eletrônica?
Sei lá, viu! Eu ainda sou mais as amantes do Itamar Franco. Pelo menos elas eram mais transparentes.
E concluo que o bom é ser como Lula: é melhor não saber de nada mesmo!

domingo, fevereiro 14, 2016

Carta ao Brasil:uma continuação necessária

Caro Mark Manson:
Como brasileiro, agradeço a sua carta e o seu interesse pelo meu País. Ela é coberta de verdades. Que porém não chegam ao âmago da questão. Todo brasileiro médio já escreveu a sua “Carta aos brasileiros”. Inclusive eu. E nenhuma delas fez coisa nenhuma, porque indicam o caminho, mas não chegam ao ponto final necessário para que aquelas verdades possam serem trazidas ao mundo da realidade e produzam resultados práticos e efetivos.
Motivado pela sua carta, que a tomo como minha e também pela minha brasilidade de dezesseis gerações e interesse pelo Brasil, vou completá-la, com o que deve ser feito. Ou seja, esta não é uma “resposta” a sua, mas o complemento final.
Começando pelo final, hoje somos como que duzentos milhões de peixes tentando sobreviver em um Rio Tietê. Caso ajamos como o que você sugere, morreríamos rapidamente como perfeitos e civilizados cavalheiros e a expectativa de vida dos brasileiros talvez alcançasse, como a peixes sem oxigênio, alguns minutos. Esse é o nosso presente. E essa condição explica tudo, embora não a justifique. O brasileiro usa o “jeitinho” para sobreviver. Quem está lutando pela vida, literalmente, não pode pensar no outro e muito menos no “coletivo”. Animais matam as crias, ao sentir que não lhes há condições de sobrevivência. O ser humano nada mais é do que um animal. E o brasileiro é um animal enjaulado em sua insignificância social. E o jeitinho é a mísera molécula de oxigênio naquele Rio a que todos estamos submersos e submetidos.
E você acerta quando diz que só com o fim do jeitinho é que poderemos nos tornar uma coletividade, um País. Porém, se o seu uso fosse proibido por decreto, cada brasileiro não sobreviveria por alguns minutos, como os citados peixes dentro do Tietê. O que precisa é acabar com o que gera o jeitinho. Mais uma vez, começando pelo final, afirmo: apenas uma revolução total em costumes, leis e instituições fará com que esse conglomerado de duzentos milhões de pessoas possa não precisar dele, podendo assim se interessar em construir uma coletividade chamada Brasil. O sistema muda pessoas, mas não o próprio sistema, que se auto-protege e perpetua. Não são as pessoas que são corruptas. O Estado é corruptor em suas fundações e leis. Caso Deus fosse eleito Presidente, renunciaria em alguns dias, pressupondo-se que Ele seja alguém de boa-vontade.    
Eu conto sobre a origem histórica do jeitinho:
Durante trezentos anos, o Brasil foi uma terra-de-ninguém. As leis e normas de convivência eram as de Portugal e inaplicáveis aqui, inicialmente pela extensão territorial. Algumas pouquíssimas coisas eram regidas pelas leis canônicas da Igreja, segundo os seus próprios sagrados interesses. Era mesmo um “cada um por si”. “Vou a um lugar, cerco um terreno e extraio dele o que tiver para ser extraído. Se acabar, vou para outro lugar”. O escambo era a moeda circulante, na prática. E o diferencial era o “levar vantagem em, mesmo que honestamente”.
E esse contexto foi institucionalizado com a chegada de Dom João VI ao Brasil, em 1808. Ele chegou com um componente “novo”: o dinheiro, moeda corrente. E chegou também com outras novidades.
Imagine você, senhor Mark Manson, sendo visitado em sua casa pelo mensageiro da Família Real, com a seguinte mensagem: “a partir de amanhã, a sua casa e todos os seus pertences serão utilizados para acomodar a corte imperial. Ponto” E você teria até a meia-noite para desocupar a sua casa. Para onde você poderia ir? O problema é só seu, senhor Mark.
Por uma questão de sobrevivência, o brasileiro captou rapidamente o sistema real português. Os fidalgos tinham diariamente o “beija-mão” do Rei, quando pediam favores reais. O brasileiro passou a prestar favores  a esses fidalgos, em troca de pedir um lugar pra morar, um terreno  para viver e tudo o mais. Tudo.  Estava então instituído oficialmente a figura do “puxa-sacas”.  Os “favores” aos fidalgos geralmente eram constituídos pela concessão temporária e intempestiva de suas esposas e filhas, com suas graciosidades tão irreverentes e à mostra. Assim, senhor Mark, o senhor conseguiria outro lugar para viver.
Dada à efetividade do beija-mão, não custa prestar outros favores e obter outros favores. E você ganharia escravos. Um casal de escravos. Sem a mínima serventia, para quem não tem o que comer.  A escrava então era mandada para a rua para alugar suas graciosidades, em troca daquela coisa nova, a moeda. Para você Mark, já era bom. Ao menos não eram suas filhas. E o escravo iria para a rua também, para pequenos serviços, em troca daquela mesma coisa esquisita, que podia comprar tudo e dispensava o escambo: a moeda. Caso não encontrasse algum pequeno trabalho para ganhá-las, simplesmente as subtraia de quem tivesse, geralmente os portugueses. Nascia assim a prostituta e o punguista, o malandro brasileiro. E tudo o mais da vida brasileira foi construída como fruto do “beija-mão”. “Tudo” não é exagero, você diria. Não. Tudo mesmo.
Além dos miseráveis, havia os brasileiros da nata, geralmente latifundiários e etc. Nada de comércio, indústria, nada Um feudo com todo o sistema feudal da alta Idade Média vigente em 1800, Era da Revolução Industrial nascente. O “beija-mão” é um preito de vassalagem. Um rei nunca é corrupto. Todo o dinheiro é dele. Um rei não tem sede de poder. Dele emana todo o Poder.  Para os “bem-nascidos” de então, não bastavam pequenos favores. Quando o Rei foi embora, criaram um sistema político que convergisse a uns poucos, perpetuamente. Com o espírito do “beija-mão” criaram o Congresso Nacional, verdadeiro balcão de negócios. E eternizaram nas várias Constituições. “Não sou eu, é a Lei quem manda”. É bonito,não? E imoral. E é isso que foi instituído e vige até os dias presentes, brilhantemente aperfeiçoado. Porém velado.
O que difere do nosso momento atual é que não é mais velado. Apenas exemplificando: o amaldiçoado plug elétrico de três pinos. Não existe no mundo inteiro. É condenado por toda a Engenharia brasileira, por ser ridículo. Mas o Presidente proibiu a venda do anterior, instituiu e tornou obrigatório esse. Fundamento: para agradar um amigo que conseguiu a ele mais um título de Doutor Honoris Causa. Um Rei não precisa de dinheiro e nem de Poder. Mas um Presidente analfabeto gostou muito de ser transformado instantaneamente em Doutor. Beija-mão, pura e simplesmente. A Presidente proibiu por decreto que caminhões bloqueiem as estradas para protestar contra ela. Mas se for de apoio, então pode. Na Inglaterra os reis também faziam isso. Até que o povo deu um basta ao Rei. Em 1215. É, não há confusão na data não.  
E então, mister Mark, volto ao final antecipado. Não adianta ao brasileiro “ser consciente” na hora de votar. Não adianta “começar por mim”, uma mudança, porque ela não ocorrerá. Para o Brasil e o Brasileiro há apenas uma única condição que será eficaz e poderá transformar esse aglomerado de gente em um País dignamente chamado de coletividade: quando ele depositar o seu jeitinho em troca de uma AR-15 e deponha à força das armas todas essas “pessoas”, em qualquer tempo,  de um poder imutável e distorcido e então o modifique, com os valores que você mencionou. O jeitinho não se substitui pela força, dada a sua essência: “finja me enganar que eu finjo que me engano”. Mas apenas a força das armas pode depor esse Poder Real depositado nas mãos de humanos. E então elaborar um sistema feito por e para simples mortais, nós brasileiros.          
Só assim, poderemos redigir uma constituição com alguns poucos artigos que dispensem o uso do jeitinho para uma vida digna de todos, indistintamente. Talvez um único: todos os cidadãos são iguais perante o Estado e tem todo o direito que não avance o alheio. E que passe a viger a partir de agora mesmo. Eu a tenho redigida, em meus arquivos. Caso tenha interesse, posso enviá-la como anexo.   
Mais uma vez, obrigado pela sua carta e seu desprendido interesse pelo meu Brasil.
Um abraço

Em tempo: sei ser o senhor um empresário muito bem-sucedido. Caso tenha alguma vaga disponível, poderia entrevistar um cunhado meu, bastante competente?

É apenas uma brincadeira. A Carta de Pero Vaz de Caminha, anunciando ao Rei de Portugal o “descobrimento” do Brasil, após incontáveis bajulações, ele encerra com esse pedido. Data da carta: 1500. Entendeu agora? 

sábado, janeiro 02, 2016

Augusta Juliana

Por essa minha  vida afora, tomei todo o Sol. Nunca pude desfrutar uma sombra, dado que a única era a minha mesmo. Levei todos os jabbers e uppercuts da vida, mas cambaleante, nunca fui a nocaute, não! Em uma situação ou outra, nunca houve alguém a me testar os reflexos, saber de mim, se viva ou já não mais. 
Mas já fui ombro. Para amparar as mazelas de um  mundo inteiro. Que, quando recompostos, iriam desfrutar suas alegrias para bem longe de onde estaria eu. Já fui orelhas de lata-de-lixo  a concentrar estórias sem fim das lamúrias e descontentamentos de amigos e até de desafetos, invejosos e outros tantos. Que, ao depositar seus dissabores nessas minhas orelhas aqui, sentiam-se mais leves, a flutuar feito passarinhos e aproveitando a leveza do ser e do ar,  voar prontamente para outras paragens. Já fui de corpo todo e em partes, latrina para muitos infelizes despejarem seus traumas, neuroses, fracassos, frustrações ou simplesmente fluidos. Esses, desses, nem ao menos um muito obrigado. Passavam no caixa e retiravam um cupom, que os isentava de quaisquer percepções de que eu era uma pessoa, para além daquele receptáculo. 
Sim, sou e sempre fui cobiçada por feios, bonitos, casados, solteiros, esquisitos ou até interessantes. Eu lhes preencho as fantasias e os devaneios. Eles, que vendem a alma ao diabo para terem poder, que lhes possibilitará ter toda a riqueza do mundo, para levar pra cama todas as que eles quiserem. Eis a roda que move o mundo. E eu sou a sua riqueza, sou o seu ouro. Eu sou o seu sonho dourado. O que toco vira ouro. Mas, ao contrário do que todos pensam, o Rei Midas esse dom, não como uma dádiva, mas como um castigo. Tudo o que tocava virava realmente ouro. Todas as coisas tocadas lhe tornava rico. E aquelas das quais precisava para viver também assim eram: ouro, puro ouro. Suas vestes, seus alimentos, as pessoas que o rodeavam. 
Assim sou eu, Augusta Juliana, a  Dourada: enriqueço a todos, tornando-os mais felizes. Basta que eu olhe, toque ou mesmo pense. Assim, felizes, vão viver a sua felicidade.

Eu sou a Angústia Juliana. Uma alma tortuosa, atordoada e trancafiada em um corpo perfeito. Queria apenas poder amar e ser amada. Não ser possuída, não pertencer a alguém que me dê direitos e obrigações. E que, em seguida, cobre-os diuturnamente. Queria poder despertar não apenas luxúria da possibilidade de orgasmos monumentais. Queria poder não fingir prazer, fingir que ser ouro é uma benção, mentir para mim e para o mundo que a vida é linda e perfeita como eu sou para o espelho. 
Eu sou a que , porém, acredita que haja, um Deus, uma força, uma Sabedoria, uma droga qualquer para muito além de nós, meros mortais. Não um Ser que nos manipule feito a marionetes, que tenha todas as cartas marcadas e que sabidamente já me reservou um lugar no mais lúgubre do inferno. Um Alguém tão carente que me exija adoração a todo o tempo. Não, Há de existir um Algo que esteja além de saber os números dos dados que joguei, já que sabe tudo. Um Algo, um Alguém ou um Sei-lá-o-quê que tenha criado a possibilidade dos dados. Um Alguém que não seja burro a ponto de criar para si o eterno trabalho de fazer cair todas as coisas, mas um Alguém que tenha tido a suprema sabedoria de criar a gravidade. E com isso todas as coisas lhe obedecerão sem que lhes tenha que ficar pajeando por toda a eternidade. Elas todas simplesmente cairão e pronto.    
Por isso acredito que almas passeiam por aí e elas se encontram, se esbarram, se repelem ou se atraem. 

Não há comunismo algum

A expressão “comunista” passou a ser usada como uma espécie de xingamento. Já que todos sabemos que o Comunismo em si nunca existiu. Houve apenas uma tentativa frustrada da sua implantação pela URSS , que desabou junto com o Muro de Berlim.

Isso seria apenas uma frase explicativa, do que todos sabemos. Não fosse o uso renitente da técnica única petista de “acusar você do que você os está acusando”, para desconversar, até que eles recarreguem o kit e comecem a repetir tudo outra vez. E chamam você de ignorante por não saber o que é o comunismo.  Por isso eles são xingados de comunistas, sinônimo de imbecil, idiota, mau-caráter e por aí vai. 

Pois bem: passou da hora de chamá-los de “comunistas”. Não o são. São apenas uma imensa quadrilha que se apossou do Brasil e quer transformar o Tesouro Nacional em Caixa Dois do Partido. Não há ideologia nisso. Os seguidores são apenas idiotas úteis, remunerados para defender uma ideia escrota e irreal. Apenas discurso. E bandidagem, pura e simplesmente.

domingo, novembro 29, 2015

O racismo reverso

Maravilha! Retiraram o vídeo de circulação!!
"criança é impedida de participar de desfile por ser branca"
Isso daí, nos tempos da ditadura militar era conhecido como censura. Nome dados pelos terroristas que tomaram o poder e implantaram outra ditadura, a cleptocracia.



Revisão rápida das aulas de genética do colegial: a cor da pele  (quantidade de melanócito) em humanos.

Como desdobramentos das Leis de Mendel, a cor da pele é determinada por quatro pares de genes: AABBCCDD. Cada um deles pode ser recessivo (a,b,c,d) ou dominante (A, B, C, D). Quando da fecundação de um ovócito pelo espermatozoide, há a junção de dois grupos.  Portanto, eu, você ou qualquer um, podemos ser AabBCcdD ou qualquer uma outra combinação. Não vou discriminar todas as probabilidades, por que isso me dá muita preguiça! Se  você quiser, pode calcular que o resultado será o mesmo que o meu.

Esses cálculos todos são teóricos. Eu não tenho ainda como saber qual é o meu genótipo. Quem sabe no futuro, a tecnologia permita. Porém, por exclusão do totalmente branco (aabbccdd - albino) ou totalmente negro (AABBCCDD), somos todos proporcionalmente brancos ou negros (e, até o momento nos é impossível saber o quanto).

Para o sistema capitalista o único valor é o Capital (dã!). Você é e vale o quanto você tem de Capital.  Valor que apenas vige no momento da troca “dinheiro x ‘alguma coisa’ ”. Ponto final.

Quanto aos demais “n” quesitos, valores ou dados, o seu valor é zero. Nada. Nenhum. Mas que são lançados ao sabor dos tempos e da ocasião, como um prato cheio para a Hipocrisia, para que o populacho tenha assunto. Já que não tem comida, casa, cultura, segurança, transporte, etc, etc e etc. Em dado momento da História, em outro sistema que não o capitalista, o “homem de valor” tinha o “sangue azul”. Em outro, era o mais fisicamente forte. Em outro era o “homem branco”.

Logo, em quaisquer circunstância da vida no sistema capitalista, excluindo aquele exclusivo momento da troca, somos todos absolutamente iguais, sob quaisquer aspectos.

Inclusive quando eu tenho cinco anos e quero participar de uma festividade na minha escolinha, mas não posso porque sou branco e é a festa do "Dia da Consciência Negra". A isso deram o belo nome de Racisamo Reverso, que intelectuerdas de esquerda dizem que não existe. E que é o racismo de negros contra brancos. E que existe, de fato. E que é de imbecilidade equivalente ao racismo de branco contra negros. Um prato cheio para a hipocrisia. 

  

sábado, novembro 28, 2015

O heroi sem nenhum caráter

Muito mais que a Lava-a-Jato(que eu já nem me lembro mais porque levou esse nome...), o Juiz Sérgio Moro conseguiu algo incrível:
Demonstrar que todas as ditas então “Teorias de Conspiração” fossem reveladas como meros fatos, inclusive comprovados.
Teoria da Conspiração foi um nome inventado para desconstruir o argumento de alguém que vê o fato real, por trás do fato mostrado.
Como na fábula, ver e saber que o rei está nu, enquanto todos elogiam a roupa do rei.
O projeto de um imenso e lindo castelo apresentado por Lula e pelo PT para ser o Brasil era realmente imenso e lindo. Só que um castelo de cartas. Os que creram nisso foram ditos românticos. Hoje sabemos, foram idiotas úteis que acreditaram na roupa do rei.
Bastou um único sopro e todo o castelo está vindo abaixo. E nem começou ainda. É uma imensa rede, trabalho bastante para todos os juízes federais, não apenas o admirável Juiz Sérgio Moro.  Sugiro até que as “operações” deixem de levar nomes, que são bem criativos. Devem ser numerados, porque vai faltar nomes em nosso parco dicionário, com 600 mil verbetes.

Senão,vejamos: como é mesmo o nome do sócio do André Esteves? Persio Arida, aquele que foi ministro da Fazenda? Ah, tá. Senador Romário, que jogou e bem, por longo tempo pelo Flamengo, cujo patrocínio eterno era da ... Petrobrás? Ele foi vendido e recomprado pelo Flamengo “n” vezes”. Ah, entendi. Cujas transações ocorriam por meio da CBF, do Marin? Hum, certo... Ele tá preso na Suiça e agora nos EUA né? E é a CBF que controla os 50 times que existiam e que hoje são 500? Entendi. E tudo isso para perder de 7x1? Que chato, né? Mas no Brasil vai ter Copa. Com estádios construídos em estados que nem time tem para jogar?  Estranho! Estádios construídos pela OAS, Odebrech, e outras, via BNDES? Ué, mas não são as mesmas daquele “caso” da Petrobrás? Será que tem coisa no BNDES? Um Bundezão, talvez? Não tem a foto do Lula almoçando alegremente com o Marcelo da Odebrech em Paris? Qual o assunto alí? Corínthians? Hummm, sei não. E a loteria esportiva que quase foi extinta no país do futebol, substituída em interesse pela mega-sena? Cujo ganhador de 205 milhões não existe? Hummm,  a CEF? Será que tem algum Cefrão, ou no caso, Cifrão? Esse emaranhado dessa rede vc pode continuar aqui, até onde chega a sua imaginação e conhecimento. Ainda assim, não terá terminado. Porque depois vem os Estados. Porque depois vem as cidades. Depois as estatais, repartições públicas... etc, etc e etc.

Vai por aí que eu vou mudar de rumo:
Todos sabem que o nosso Congresso Nacional é um balcão de negócios. Com o mundo empresarial e com o Executivo. Eles negociam em espécie, geralmente em malas, na cueca, na meia, onde for. Porém eles negociam com o Executivo por um outro meio: cargos no segundo e terceiro escalões. “Negociam” foi eufemismo: eles matam e morrem por “cargos”. Será porque querem pôr gente pra trabalhar em prol do serviço público. Ou para ser mais um tentáculo da sua quadrilha particular. Um laranja, muito bem remunerado? Entendeu? Não? Ahhhh, assim: vou por um Cerveró como Diretor, porque lá ele terá poder e a caneta. Meu Deus, quantos Cerverós existem? Será que no Congresso existe um Congressão? E os Cartões corporativos. A dona Dilma gastou em 2014 mais de 300 milhões no seu. Vou te confessar uma coisa: eu não gastei nem a metade disso!!!!!! Será que ela anda pagando muitos cursos de Oratória? Devem ser caros pra caramba! Se o Eduardo Cunha pagou 60 mil bucks para o personal trainer cuidar da mulher dele! Por certo há no Planalto um Tortão. Em homenagem à granja que recebeu esse nome depois da festa de posse do Lula: a granja do torto. E o nosso Brasil passou a ser casa da mãe joana.
Como bom brasileiro, Drummond já dava a dica pro Sérgio Moro: Cerveró amava Delcídio que amava Dilma que amava Dirceu que amava o PT  que amava o Lula que não amava ninguém. O Imperador do Mato Virgem, o herói sem nenhum caráter.
Nossa, mais parece um relatório da Policia Federal!!! 

segunda-feira, novembro 02, 2015

A Herança

Ó aqui, ó: vc nem me perguntou coisa nenhuma! Imaginativo como sou, imaginei  que tivesse me perguntado e então, educadamente vou responder. Com  poucas palavras, pois sei que você está na correria.
É assim o ciclo da vida:        
Um dia faz-se necessário comprar isopor, para ajudar o seu filhinho a fazer um daqueles indefectíveis trabalhinhos de pré-escola. Você vai usar apenas uma folha, mas só te vendem um pacote com 5. Indignado mas resignado você compra e pensa: vou guardar esse “restinho” de 4, para que ele possa aproveitar para fazer o indefectível trabalhinho de pré-escola do filhinho dele, que ficará horrível, mas altamente elogiado, como a uma obra-de-arte.  
E como você aprendeu como comprar todos os isopores (existe isso?) da vida, acaba até comprando uma casa pra viver. E reserva um local para guardar os seus tesouros. De memórias, emoções e de dinheiro vivo mesmo.
Quando o seu filhinho acaba tristemente por ter o seu filhinho também, o indigitado vai para a pré-escola. E o mantra diz que ele fará um indefectível trabalhinho com isopor. Que ficará uma porcaria, mas fartamente elogiado. Orgulho da família. Gênio precoce. Você, solícito, prestativo e interessado, oferece-se para ajudar. Resposta: “Imagina pai, hoje em dia existem materiais muito melhores, tecnologia de ponta”. E vai lá e compra uma folha de isopor, em um pacote com cinco. Volta indignado mas resignado: “que  abuso cobram por um pacote de isopor. Principalmente porque você só vai usar um. Por isso é que a gente vive na correria, trabalha, trabalha e nunca tem nada!”.
Você, pacientemente guarda em seu tesouro as restantes quatro folhas de isopor.
Você já deve ter percebido que isso se repete indefinidamente... mas prometi  te contar um ciclo. Dois pontos apenas determinam uma reta. E um ciclo é uma reta torta e burra.
Quando o filhinho do filhinho do seu filhinho vai para pré-escola, qual a surpresa? O trabalhinho, claro! “Não, vô, não se incomode não! Continue a cuidar lá do seu recanto, o quartinho dos segredos e magia” é a resposta do seu netinho. E ele mesmo. E vai lá, comprar um pacote de isopor para fazer o trabalhinho do seu bisneto, com uma folha de isopor, que ficará lindo, maravilhoso. E você, pacientemente também vai lá e recolhe as quatro folhas restantes de isopor e leva-as para o seu depósito.
Apesar de estar escrevendo sobre velharias, não tenho Alzheimer não. O “pai”, a essa altura da estória , já tinha sido abandonado pela vida. Um dia antes de receber a sua primeira parcela de aposentadoria, por ter passado quarenta anos de sua suposta vida trabalhando feito a um mouro para comprar todos os pacotes de isopor que a vida se lhe oferecia.
O trabalhinho da pré-escola do filhinho do filhinho do filhinho do seu filhinho, feito a uma sina será também feito com folhas de isopor. O seu trineto eventualmente vai recusar a sua ajuda, já que no seu tempo, certamente o isopor era feito com restos dos pergaminhos perdidos dos faraós da Atlântida. E vai até a lojinha da esquina e compra o isopor. Que consiste de uma somatória de bolhas de ar, separadas por moléculas enrijecidas para lhes dar esqueleto: folhas de isopor. Mas que são vendidas irritantemente em pacotinhos com 5. Por isso, a sua prestimosa e ignorada ajuda no trabalhinho do seu tetraneto será recolher as quatro folhas restantes e levar para o seu depósito de velharias.
Se a presente explicação lhe é necessária, peço perdão antecipado. A existência de bis, tata, tatata, etc, é tão factível quanto saci, papai noel ou cegonha. E só foi incorporada até ao dicionário pela ignorância, simbólica molécula enrijecida para dar esqueleto ao nada, essência dessa estória.
Há o pentaneto, factível apenas em tese, pois que o candidato a pentavô, teve a tênue réstia de vida interrompida ao caminhar para o seu quartinho de velharias: mais um pacote com quatro folhas de isopor.
Após o seu passamento, falecimento, ou em expressões mais reais, “finalmente morto!”,  a casa foi imediatamente colocada à venda pois que os herdeiros nada mais tinham e precisavam do dinheiro para pagar contas, urgentemente. A vida não está fácil pra ninguém. A correria é muito grande. O preço dos incontáveis pacotes de isopor, desenvolvidos pela modernidade para o conforto e o deleite dos animais racionais chamados antigamente Homem, estão pelos olhos da cara.
Para a venda do imóvel, a providência foi a limpeza do quartinho das imundícies daquele velho asqueroso, teimoso até para morrer. Tudo para o lixo!
A magia que fecha o tão prometido ciclo: o final feliz ficou para o lixeiro, que não havia entrado na estória, mas que ficou rico, vendendo para a reciclagem uma imensa quantidade de folhas de isopor. “Velho têm cada uma, né? Guardar esse monte de lixo!”. E arrematou a casa pela metade do preço devido à crise e a penúria daquela gente toda desprovida financeiramente de recursos e vivendo sofridamente às custas de suporte governamental. O dinheiro obtido não foi suficiente para pagar metade das dívidas, mas deu novo fôlego para continuar na correria. Logo,  logo, o hexaneto teria uma apresentação de trabalho na pre-escola.
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Adicionalmente, pode-se contar que o lixeiro criou fama instantânea, sendo convidado para posar na revista G e também para o próximo big brother. Ao final da estória você vai entender o porque dos seus planos de se candidatar a deputado federal. Na entrevista, exclusiva para canais pay per view contou outros achados naquela lixarada toda:
1 - textos em uma linguagem ininteligível  e maquetes das edificações das futuras construções das pirâmides do Egito (o texto foi colocado no google tradutor, que identificou o idioma como aquele usado em marte, mas arcaico, do tempo em que lá ainda tinha vida e marcianos);
2 – Um grande baú, com muitas pasta de balanços, recibos e documentos de uma  empresa familiar especializada em comércio entre os povos, chamada “Caim & Filhos”, com filiais numéricas em todos os cantos da terra. Terra ocidental, está escrito. Curiosamente, uma filial zero no único ponto dessa terra onde se falam quatro idiomas.    
A - Um recibo da venda da fórmula chinesa para a pólvora para um imperador romano. No verso há uma observação em aramaico: “cobrar o triplo, porque tem muita grana”
B – detalhado projeto escrito em chinês (arcaico, né? Dãã...) para a construção de caracteres para a reprodução de textos, adquirido por um general romano aposentado, sediado no que modernamente é a Alemanha. O maior indício para o local é que o dito general, para tornar obscura a origem dos textos impressos experimentalmente retirou todas as vogais e os espaços, dando certamente origem ao idioma alemão.
C- Um mapa marítimo da rota a ser seguida para atingir o que seria o novo mundo, também devidamente mapeado. Um exemplar de uma bússola e um astrolábio, assim como de outras ferramentas necessárias para a travessia do grande lago. Tudo chinês, mas em bom estado de conservação, com etiqueta “Made in USA”. E uma explicação: “na impossibilidade de anexar uma nau, seguem os projetos”. Vendido a um aristocrata falido, “possuidor de terras hemorroidárias inúteis, lá pelas bandas da finisterra, donde jaz o Santiago, à esquerda, ora pois”. Dizem ser terras tão poucas e estreitas, que a nascente do rio fica na divisa com a europa. Porém, quando ela cai, já cai no  mar, que é formado pelas lágrimas dos seus habitantes. Falido, mas esperto: onde se lê “comprador” há o nome “johachim anônimo”.  Após conseguirem decifrar que a rota era marítima, com a dica dada da construção de um navio, fizeram grandes navegações naquele mar mesmo, já que os navios não cabiam no país.  
D – Vários recibos de venda de livros surrupiados espertamente antes de provocar o incêndio em uma biblioteca. Pode-se presumir que seja a Biblioteca de Alexandria, pois em todos os volumes sempre vinha escrito “confeccionado na Biblioteca de Alexandria”. Porém, não há provas, apenas um indício. Tudo livro escrito em chinês, acredita? “Ciências da mente e do pensamento”, vendido a um grego para presentear seu filho inútil que sonhava em ser jogador de futebol, já que gostava de brincar com duas bolas.  Desistiu quando mudaram o esporte para uma bola só. Com tudo devidamente copiado, criou o que deu o nome de filosofia. O que no grego popular da época era traduzido como “esperteza de filho”.
E – Recibos de venda vários volumes da coleção ”Matemática, física e química”, vendidos por uma ninharia. O barão inglês nem estava interessado naquelas coisas esquisitas. Tinha comprado a coleção porque tinha capa em vermelho, o que combinava bastante com a decoração toda em rosa do salão do seu castelo. Conta-se que depois, bem depois, alguém cismou de ler aquelas esquisitices todas e traduziu para o inglês. O que é bem fácil, pois a tradução de “4” para todos os idiomas existentes é exatamente “4”. Elementar. E pode-se então se auto-intitular criador daquele “4”, agora em inglês, omitindo-se aquele esquisito e desconhecido “4” em uma língua que nem tem toda essa projeção na mídia. Esclarecimento: à época o chinês era tão pouco popular, que mesmo entre os chineses, poucos sabiam.
F – Uma obra intitulada “Das boas novas: o making of”. No verso do recibo a observação: por serem vários volumes, as páginas de todo o brainstorm, os apócrifos, as cenas não aproveitadas, bem como a versão final foram escaneadas e os arquivos encontram-se no pendrive em anexo. Que também contém o vídeo original pornô do site www.boasnovas.jw com os atores amadores e iniciantes Iesus e  Mada.
G – Uma versão totalmente inédita do livro Apocalipse, que contém um capítulo jamais divulgado, denominado: “A solução final”  detalhando integralmente e sem cortes,  a letra de um funk, ardilosamente condensada em um único verso: “pau, pau, pau, to passando mal e quero uma buça pendurada no meu”. Será usado como sonoplastia do Grande Dia. Além de denunciar claramente o nome do Anticristo, muito embora em iniciais,  FHC.

Bom, não me esqueci do lixeiro não. Precavido como é, muito embora não sabendo exatamente para que servem todos esses achados, guardou em um depósito que ele mantém em casa, para armazenar as suas emoções e recordações. Afinal, ficou rico com aquele lixo todo!. Só aproveitou do baú o item F, cujos direitos vendeu em Hollywood para uma super-produção. Estranhou bastante ter recebido uma comunicação, alertando para o uso indevido de todo o restante daquele lixo, respeitando os sagrados direitos autorais, de acordo com as leis recentes e vigentes.  
. O item G ele pede sigilo, “porque a venda foi feita em dólares, sem recibo e pagaram para mim dez vezes o que eu tinha pedido, desde que eu aceitasse abrir uma conta lá nos estrangeiros e desse um recibo de cem vezes o valor. Aquele doleiro é que  abriu a conta e eu não faço a mínima ideia de onde veio essa dinheirama toda. O doleiro t´até famoso agora, com essa invenção de felação premiada. Sei lá o que é isso! Mas, também, quem se importa, né? É a minha última transação com brasília. Agora, vou só pensar nas minhas ferraris”.

2 de novembro de 2015

Dia de Finados. 

quarta-feira, setembro 23, 2015

Escolas públicas: ide de mim, as criancinhas!

O auto-declarado Imperador Haddad, um dos executores da nacional política de pão-cum-mortandela e Circo, especializou-se na tragicômica atuação na segunda pasta. Vez por outra ele acorda com algumas ideias que, segundo ele próprio, são geniais.
O Perfeito 

Na Roma antiga, os emperradores copiavam de alguém alguma sofrível poesia. E todos os súditos tinham que suportar a parlapatice. Até tu, Brutus.

Já também na sua auto-versão progressista ele deixa a fina flor das palavras aplicadas na Poesia e as aplica em esdrúxulos decretos, normas, e etc.

A partir do seu epifânico despertar, as crianças de São Paulo terão que frequentar as escolas que forem mais convenientes para ele. Eles só esqueceu que São Paulo é um pouquinho diverso e maior do que o Jardim Europa.

Até então, cada súdita levava os seus três filhos, para uma escola, cerca de um quilômetro de casa. Democraticamente, ele determina que agora será um em cada escola, a 5, 10, 15 quilômetros de casa.

Os eventuais transtornos que isso possa causar, cada família poderá superá-los facilmente, comprando um helicóptero. Ou, para os mais humildes, um carro com motorista também resolve. Só terão que cuidar para andar a menos de 50 km/h, porque ele está multando todo mundo, juntando dinheiro para se reeleger. Esses pobre trabalhadores oprimidos pelo Capitalismo também poderão optar por importar bicicletas francesas e utilizar a sua dele também epifânica e auto-aclamada solução para o trânsito da quase-maior cidade do mundo: a ciclovia 




E é óbvio, que prontamente essa medida será aclamada como o suprassumo da eficiência. Simpatizantes e eleitores já estão prontos para a manifestação de apoio, a ser feita na avenida Paulista e ocorrerá assim que chegar o suprimento de pao-cum-mortandela. Coxinha é coisa da zelite branca e o FHC, que nem tinham entrado na estória, diga-se de passagem, é um maldito neoliberal.
eleitores pet


Ah, São Francisco que te gosto tanto! O Arrelia, assim como Haddad,  também passou pelas Arcadas do Largo de São Francisco. Fez a sua opção de vida e tinha um estilo mais autêntico: tornou-se palhaço. Jamais se candidatou a prefeito.   


Brutus, cadê você? Fugiu do Reino?

sábado, agosto 29, 2015

Eu confesso: a brincadeira sobre a Responsabilidade penal

Apesar de recessivo, e com índice de aprovação menor do que o da Presidente, continuo a ter um pouco de bom humor. Por isso tenho achado uma graça essa brincadeirinha do “Eu confesso”, sobre a “Redução da maioridade penal”.  São marmanjos declarando suas transgressões quando ainda eram “dimenor”. É realmente uma graça ver um aparentemente respeitável senhor declarar que , quando nos seus quinze anosde idade,  subia no telhado da escola para olhar as meninas no banheiro. Outro confessando que realmente “roubava” no palmo, jogando bolinha de gude. Alguns, mais ousados, talvez querendo angariar aprovação no meio e mostrar-se engajado, declarar que, sim, costumava fazer troca-troca. E que, esperto, dava primeiro e saia correndo.
Pronto, já dei o meu voto de aprovação e achei o “Eu confesso” fenomeno-sensacional!!!

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Agora, podemos continuar a conversa, um pouco mais séria e responsável?
Se essas confissões  são para declarar bem-humoradamente que são feitos de crianças inocentes brincando e criando notícias recorrentes em toda a mídia as barbaridades que são cometidas, acobertadas e tornadas inimputáveis, sob o manto da “menoridade penal”, então, sinto informar que mudamos de assunto. Ou o assunto foi mudado para tergiversar e fugir da sua essência. Querem apenas ter assunto para debater. O “discurso de esquerda” é muito bonito, bonito mesmo. Mas é bonito apenas como discurso e encerra-se aí.
As brincadeirinhas do “Eu confesso” de olhar as pernas da professora por baixo da carteira são "ilícitos" muito diferentes de matar pessoas pelo simples prazer de matar. De assaltar, estuprar, roubar, destruir famílias inteiras apenas e tão somente porque está escrito na lei que eles têm o direito de fazer isso, sem que nada lhes aconteça, sem penalizações, sem nada. Fazendo policiais de idiotas: ““não encosta em mim, que sou dimenor!”. No máximo, um “pito” de um pobre juiz. E em muita das vezes, mais de uma vez em um único dia!
Apontar para os atos transgressores sociais dos dourados anos de inocência, comparando-os com o que se faz nos dias de hoje, sob a armadura inimputável do “dimenor” é uma irresponsabilidade e de uma alienação total de uma realidade cruel. Num mesmo Estatuto, incluem crianças e monstros, embora crianças também. Realidade que pode até, desafortunadamente, bater a sua porta ou de sua família.
Certamente que as crianças merecem proteção de um mundo cada vez mais insano. Mas não estamos falando de crianças. Estamos falando de pessoas com absurdos dez, doze, catorze anos que tem em seu currículo dezenas de crimes, mortes, assaltos, estupros e etc. E que também são usados por maiores para cometer crimes, sendo o  terrível chefe do bando um garoto de quinze anos. E que vivem uma realidade para-estatal, considerando o seu “trabalho” algo normal, porque não têm como referência o que o Estado chama de “mundo do crime”. Eles não trabalham como mensageiro em uma empresa porque nem estudo têm, mas ganham muito mais dinheiro indo apenas entregar um “pacote” na favela ao lado. Trabalhar como ajudante de pedreiro para quê?
Ouvir de um ministro “da justiça” que reduzir a maioridade penal é querer abarrotar os nossos presídios já lotados é de uma insanidade e ignorância jurídica sem tamanho. De alguém que desconhece o princípio elementar do para quê serve uma Lei: ela é preventiva. A tal lei precisa ser mudada para que se mude o estado de coisas, já que o que está ocorrendo é que estão se aproveitando do que concede uma lei. Os dimenor? Não. Todos no Brasil se aproveitam de brechas na lei. Se você tem tempo, há exemplos... 

Proponho até outra brincadeira: “Eu confesso que desconheço ou ignoro que”. Assim: declare que você desconhece que todo esse descalabro é consequência da entrada de drogas no país, sob a leniência do Estado. Que as drogas pagam tráfico de armas, tudo muito bem acobertado pelos donos do país, chefes das mesmas quadrilhas. Que você desconhece o que significa realmente não ter o que comer. Que você desconhece que crianças brasileiras estão na escola não para estudar, mas para comer a merenda. Que desconhece que não temos creches suficientes porque as meninas de dez anos estão fazendo filhos, porque está escrito na cartilha do ministério da educação que sexo é saudável e precisa ser feito, “desde muito cedo”. Mas que não diferenciam entre fazer sexo e fazer filho. Que desconhecem ou querem ignorar, que elas não têm motivação para estudar para ser algo na vida, já que o imenso povo ignorante colocou um analfabeto como Presidente. Que querem fazer de conta que ignoram que toda essa permissividade ao crime, ao vandalismo e ao desvalor social é oriundo do fato de termos uma ex-e-atual terrorista como mandatária de uma nação inteira.     
“Eu desconheço ou quero ignorar que as pessoas do povo estão se dando ao direito de fazer o que bem entendem, porque os mais altos mandatários do País fazem o que bem querem, o que geralmente significa expoliar o Tesouro Nacional e deter o poder nas mãos de uns poucos apaniguados. E tem advogados para defendê-los. Que depois são empossados ministros de uma suprema corte que vai julgá-los. E absolvê-los, obviamente. O que é roubar um tênis velho, mesmo que tenha que matar o cidadão, perto daqueles desmandos?”
"Eu desconheço a realidade de que a polícia prende, o Judiciário solta e o STF absolve. Realidade que tona o que se chama de "Estado de Direito" uma piada sem sentido.  
Eu desconheço que passamos de um povo que “precisa levar vantagem em tudo” para um povo que acha “eu posso tudo”.
Em sendo assim, para que Lei então, para que Estado?
Vivemos uma realidade mórbida demais para que pessoas ditas e sidas inteligentes e cultas fiquem fazendo brincadeirinhas, como se o assunto fosse uma banalidade a mais a ser incluída na pauta de encontros de doutos senhores e que tal realidade é dos “outros”.  Esquecendo-se que terão seu carro importado roubado na porta da instituição. Ou que serão sequestrados e mortos ao irem candidamente para o estacionamento. Quando o redondo gelado de um cano de uma arma repousar entre os seus olhos, talvez esses “filósofos de esquina” repensem o assunto. Se lhes sobrar vida para isso.


A responsabilidade penal deve iniciar com a aquisição da personalidade civil.  Podemos conversar sobre isso? 

quarta-feira, agosto 26, 2015

Notícias do Circo Brasil


Alguém vivendo fora do Brasil me pediu notícias desse Circo aqui. Eu tentei explicar:

A Cidade de São Paulo não tem mais problemas. Tanto que o prefeito petista, para afastar o ócio e a monotonia, resolveu pintar ruas de vermelho. Chamou-as de ciclovia. Agora só estão faltando mesmo os ciclistas.(devem vir importados de Cuba, por algum programa Mais-Bike. As Bikes virão da China, superfaturadas). Caso você queira ir mais rápido, só não pode ir a mais do limite de 50 km/h. Quando anda, claro! 
Quando anda tem Raddard pra todo lado. Dinheiro pra  campanha de reeleição, acho. Ou Teoria da Conspiração. Outra coisa é que estão mudando o nome das ruas daqueles nojentos militares. Por exemplo, agora a Nações Unidas vai se chamar Marginal Luís Inácio Lula da Silva. Justa homenagem ao Imperador do Mato Virgem, heroi sem nenhum caráter!
 
O Estado de São Paulo esta o caos! Negam que seja porque o governador seja do PSDB. Não chove por aqui e o FHC  é certamente o culpado. Agora inventaram de pôr a polícia contra a polícia. Para dar uma folga aos marginais e seus meninos, chefes da quadrilha. Não tá fácil pra ninguém. 

A Esquerda continua protestando contra a ditadura. Não a atual, aquela que eles dizem que houve há 50 anos atrás, fichinha, perto da atual. E os perseguidos continuam ganhando ações milionárias. E dando emprego de cargo comissionado para muita gente. 
Ah, sim! Eles continuam na estratégia de colocar um contra o outro. E uma contra a outra. E homem contra mulher. E negro contra branco. E rico contra pobre. Etc, etc. e etc contra etc. Falando nisso, você precisa parar de fumar!!! Ah, tá, você não fuma! Mas, se fumasse, deveria parar. Pois é, o clima é esse, o ideal marxista, a todo vapor.  

O Congresso está preocupado com o INSS de daqui a 50 anos. Temos que pensar no futuro. No presente, estão atrasando a pensão-esmola dos aposentados.  Eles estão pensando em fazer um shopping no Congresso. Acho desperdício, porque lá já é um balcão de negócios, geralmente escusos

O Brasil parou. Culpa da China, naquela recessão braba deles, crescendo menos do que 10%! Em compensação, eles não tem mandioca! O agora orgulho nacional. Antes era a bunda, agora a mandioca. Haverá alguma ligação entre essas duas coisas? Seria uma mensagem subliminar?  



Já a nossa Antropologia é de ponta, coisa de primeiro mundo: descobrimos que é brasileira a Mulher Sapiens!!! 

A Ângela Merkel esteve por aqui e o Dunga já se sentiu desempregado, pensando que ia começar o segundo tempo. Resultado: acabaram achando mais dois gols da Alemanha! 

Alguns oposicionistas dizem que estamos em completa anarquia. Já o governo afirma que isso é a normalidade do país. 

Para não pensarem que eles estão sempre cinquenta anos atrás ou cinquenta à frente, a Dilma fez um pronunciamento, mas ela já adiantou: não queira esperar um discurso maravilhoso porque não será. Entendeu? 
Não sei te contar porque não entendi coisa nenhuma.

Quanto ao resto do mundo, a balbúrdia continua crescente. Bem que eu avisei: papa argentino para um Deus brasileiro não vai dar boa coisa!  

Ore por nós. E fique aí, não saia daí! Ou, ao menos, não volte!
Saudade
Beijos


domingo, abril 05, 2015

Feliz Páscoa para Você!

Por quê a religião persiste, mesmo após a evolução das ciências?



O medo, em todos os seres viventes, decorre do instinto natural de defesa: fugir do desconhecido aumenta a possibilidade de preservação da vida. Viver em bandos é um atenuante para o medo, pois reduz o risco da morte, além de propiciar a perpetuação da vida. A Natureza é inteligente. Os animais todos não evoluíram: continuam assim desde sempre. 

O mesmo medo animal e instintivo requereu do Homem a necessidade da socialização, o viver em grupo. Alguma mutação, algo interno ou externo a ele, deu-lhe a não-natural capacidade de armazenar informações, repassá-la aos seus pares e, mais que tudo, manipulá-las conforme a sua vontade: capacidade de pensar. Isso não é da Natureza 

Em bandos, a sua inédita capacidade de manipular dados, consequentemente levou-o a manipular pessoas, explorando a assimetria de informações. Paralelo a isso e decorrente da observação, manipulação de dados e informações, surge a ambição. E, com o exagero dela, surge a ganância. E ainda, por outro lado, alguém inaugura a existência da má-fé. E, como um análogo, à ambição, surge a ma-fé sobre a má-fé. São todos passos, agora sim evolutivos da capacidade de pensar, distanciando o Homem social da Natureza. 

Nesse ponto, posso me antecipar ao final dessas considerações: creio na Natureza que a tudo criou e na existência de um maldito demônio que instilou no Homem a capacidade de pensar.  

Com aqueles elementos citados, o Homem social passou a cultivar alimentos, ao invés de passivamente extraí-los da Natureza. A domesticar e criar animais para abatê-los, ao invés de depender da caça. Isso fixou-o a um determinado lugar, tirando-o do nomadismo, algo tipicamente animal. Mais um passo, distanciando-o ainda mais da Natureza. Mas ainda algo bom. Ou pelo menos não-ruim. Estava manipulando informações, da maneira mais inocente e pura. 

Com isso, o seu estado de bando mudou as características: não mais um regionalismo nômade natural, mas um local específico para o agrupamento social. A ambição faz com que alguns queiram trabalhar e produzir mais para que possam ter o poder de manipular pessoas, para a recém-criada ascensão social. .Outros, numa desmedida ambição, querem manipular pessoas e manipular pessoas que manipulam pessoas.  Alguns outros, reconhecendo essa ser uma tarefa bastante árdua e complexa, criam a má-fé: se tudo se resume em adquirir e manipular informações, não custa dar-lhes um contorno mais palatável, com o fito de ludibriar. E assim abocanhar-lhe a sua riqueza. Bem mais prático, rápido e, principalmente, sem qualquer trabalho. 

Alguns outros, também pouco afeitos ao que dá um trabalho danado, cultivar e criar para comer,  e vendo outros que dominavam pessoas, por meio do que conseguiram acumular, com boa ou má-fé, resolvem também se locupletar nesse caldo de aproveitadores. Utilizando-se da matéria prima mais abundante entre seres humanos: o medo do desconhecido.
  
Desde sempre, a incapacidade do Homem em lidar com as coisas que ultrapassam o seu entendimento fizeram-no reconhecer a existência de Algo Superior, que regeria todas as coisas, incluindo ele próprio. Porém, reconhecer a existência do desconhecido e mesmo dar um nome a ele não o torna conhecido, logo manipulável. E dessa ignorância, vem o medo. Não o medo natural, mas o medo, puro e simples, do desconhecido. 

Esses alguns utilizam-se então a má-fé sobre a má-fé. Muito embora o desconhecido não seja manipulável, torna-se fácil, simples e elementar afirmar: é desconhecido para você! Com esse conhecimento sobrenatural ludibriam até os ludibriadores. Ludibriar os ludibriados, lá de baixo, torna-se então, brincadeira de criança. 

Então, chegou a hora de dar nomes aos boys: os cultivadores são os que trabalham para comer; os ambiciosos trabalham para comer e acumular para o amanhã, com medo do famigerado desconhecido, o futuro; os gananciosos aprenderam rápido a ganhar com o trabalho alheio, intermediando produtores e compradores, os comerciantes; os de má-fé subtraem dos outros por meios de artimanhas fantásticas e que precisam ser perfeitas para atingir o objetivo de subtrair com sucesso. Se errarem no percurso, serão chamados de ladrões. 

E os que se utilizam da má-fé sobre a má-fé são os religiosos. Com um incrível e paradoxal conhecimento sobre o desconhecido coagem a todos, por meio da ignorância do não-saber e do medo do desconhecido. Com isso subtraem dos que trabalham para viver, dos que acumulam para o futuro,  dos que intermediam com lucro e também daqueles que passam a vida toda ludibriando, com boa ou má-fé: às portas da morte o seu arrependimento só será validado com uma volumosa doação em espécie, para a manutenção da luta pela causa: a salvação de almas penadas. 

Para tanto criam todo um contexto, fundamentado em estórias muito bem elaboradas. Sobre as quais permito-me aqui fazer algumas indagações: que Deus perfeito é esse que, sendo o Pai de todos, tem predileção por alguns filhos em especial? Por que é que eu fui escurraçado? Que desconhecido é esse que batem à minha porta domingo de manhã para me explicarem tudo direitinho, mesmo que o dito não saiba nem mesmo ler direito as palavras sagradas? Todos conhecem o desconhecido, menos eu? Que hierarquia é essa que eu, para obter um mísero favor, preciso orar para a mãe de alguém, para que o filho dela interceda por mim, junto ao perfeito Deus? Isso aí, na minha terra, chama-se tráfico de influência! Um Deus venal? E mais: eu não sou filho igual também? Que coisa! 

Deus se expressa na fagulha de vida que faz brotar aquela lindíssima flor no meu jardim. O fluxo de vida conduzido pela Sabedoria da Natureza é a sua expressão. Sentir a sua existência é como receber um raio de sol a bronzear a minha pele. É preciso que eu esteja exposto a ele para recebê-lo. Ninguém pode fazer isso por mim e eu não posso fazer isso por ninguém. Tudo o mais me é desconhecido. A mim me basta estar exposto e atento para perceber a sua expressão.

Tudo o mais é balela. Inclusive porque nem gosto muito de chocolate.
Feliz Páscoa, para VOCÊ!





sábado, março 14, 2015

O Dogma da anta imaculada


Não, senhor Ministro, não é a oposição, um partido que vem exigindo nada. Aliás, uma oposiçaozinha tosca... É o povo que vem se rebelando com o estado de coisas. Impeachment é apenas uma palavra, um ato que pedem. Eu, por mim, queria exportá-la, junto a mais meio quilo de algum baguio, para a Indonésia. E pediria para o seu mentor entregá-la lá. 

Quando vc lembra o Collor, diz que havia fatos jurídicos. E que não os há, no presente caso.

Quando se diz que "nesse mato tem anta", têm-se que ir ao mato e procurar a  anta, certo?
O ditado diz coelho, mas o meu teclado está com teclas faltando, causando erros de digitação... Sorry
!
E, no caso em tela, o Procurador não consegue encontrar motivos para indiciar a dita. O STF diz que não faz sentido incluir a dita na quadrilha deles e ja providenciaram para que um dos do bando os julguem inocentes. Quando questionam o modus operandi das eleições não é permitido qualquer checagem e ainda clamam ser um absurdo colocar dúvida sobre um pleito tão imaculado, mesmo não apresentando as imaculações. 
As inferências lógicas são rechaçadas como Teoria da Conspiração, tais como: "se até o boy levou algum, porque é que a chefa não levaria nada"? 
Não! Claro que não levou! Ah, então eu posso procurar? Não, claro que não!!! Ué, mas se não tem, o que é que tem eu procurar? Ah, porque isso é golpe! 

Feito a um dogma! E eu aqui pensando que esse instituto fosse só usado onde o Cesare Battisti matou uns quatro e veio para o Brasil, receber lei de incentivo à cultura! Está instituído o Dogma da Anta Imaculada então!

Em meio ao povo há uma estorieta sobre um juiz e um homicida que retrata bem a questão:
"O senhor foi pego com uma arma na mão, cujas balas todas descarregou na vítima, na presença de 200 milhões de pessoas. O senhor se confessa um criminoso, o senhor matou a vítima? 

Seu, juiz, vossa meretríssima, em minha defesa digo que todas as pessoas têm o seu encontro com Deus, mais dia, menos dia. Tudo o que eu fiz foi providenciar esse encontro. Eu não matei ninguém. Só Deus que mata". 

E, apenas para finalizar provisoriamente, senhor Ministro:
Se acreditam mesmo que  Anta Imaculada não fez nada, por que é que vocês mesmo não estimulam as investigações? Se nada fosse realmente encontrado seria o seu melhor Atestado de Idoneidade.
E em segundo, se ela fosse toda essa maravilha que querem acreditar e nos impor, porque é que ela precisa de um ministro vir a público defendê-la? 

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Os protestantes da sexta feira protestaram na mais santa paz. Guardaram suas táticas para infernizar o domingo. E por a culpa na oposição. Escreva isso!

sábado, fevereiro 14, 2015

Eu quero botar esse bloco na rua

O Brasilzão, desde 1808 inverteu e perverteu o Sistema Representativo do Montesquieu, para nos tornarmos uma continuada monarquia disfarçada. O que alegam como Justiça, Democracia, Liberdade, Igualdade, a força do voto são tão verdades quanto àquelas frases famosas: "o dinheiro não traz felicidade" e "deixa eu por só a cabecinha que nem vai doer nada". 
E o País se tornou o que antes víamos: cada um tentando livrar o seu, levar a sua vantagem em tudo. 
Veio o PT e diabolicamente transformou essa baderna em uma roubalheira direcionada para transformar o Partido em Estado e o Tesouro do Estado um mero Caixa do Partido. Por isso eles não vêem mal nenhum, pois pra eles não é roubalheira, é apenas a consecução de um plano. 
Com o aval de metade da população, que acredita naquelas verdades de discurso, apenas discurso. A esquerda que é povão, acredita mesmo naquelas verdades. Assim como todos nós acreditamos. A diferença está em que sabemos que é apenas um belo discurso prá boi dormir, que a realidade é outra. 
Eles acreditam que o que está sendo dito é de fato a verdade. E não conseguem ver que o rei está nu. É essa a razão porque, por mais que você argumente, ele nada vê e nem ouve, apenas retorna ao discurso da Verdade, Justiça, etc.

Portanto, para se lutar contra esse estado de coisas não se podem usar aqueles recursos. Eles são todos manipulados pelo Partido e sua gangue. Não será o voto, a Justiça a Liberdade e etc que os tirará do poder. E não será também só colocando um nariz de palhaço e indo fazer manifestação na Paulista que resolverá isso. Que somos palhaços eles já sabem, por isso fazem o que fazem. 

A única via que resta é a força do povo, não diretamente, mas a força institucionalizada para defender o povo dos desmandos do Estado. Essa é a função das Forças Armadas: defender a Nação de forças externas e defender o Povo do poder do Estado. Não é um favor ou um golpe, é a sua obrigação, a sua razão de existir.
O Estado inteiro, Executivo, Legislativo e Judiciário está nãos mãos e à mercê de uma quadrilha, esplendidamente organizada.


quarta-feira, dezembro 31, 2014

Um 2015 outro

O ano de 2014
Foi marcado pelo prêmio ao Ócio, à Ignorância, à Incompetência e ao Crime
Pela Mentira, Hipocrisia, Cegueira do fanatismo  e disseminação do Ódio
Honestamente falando, não existiu. Foi uma fraude
Como País da piada pronta, o direito ficou esquerdo 
E o povo foi condenado a prisão domiciliar
Para que bandidos possam circular em segurança
Pelas ruas, empresas, bancos e palácios.
O resultado final para o Brasil, foi 7x1
Todos vencidos, coniventes ou não.  

E eu gostaria muito de desejar um 2015 diferente disso tudo.
Mas a plataforma de tal sucesso foi reeleita.
Portanto, em caso de eventual, esparsa e puntual Alegria
Mais que um augúrio a ela, um alerta
Viva-a com o carinho e atenção dada a um lírio
De pungente beleza
E a fragilidade do cristal
Efêmera, singular e única
Nascida em meio ao lodo.


As Alegrias todas
Quando existem
Não nos vem aos maços, buquês
São sempre dádivas singulares e únicas
Tidas como banais, diante das importantes coisas da vida.
Que de importantes nada têm.  
As alegrias não pavimentam o caminho
Mas são flores que enfeitam a estrada
E só as vê e vive quem vivencia cada passo
E não o caminhante com os olhos fitos ao longe
Na busca da miragem da felicidade
Que é apenas uma peça que a vida nos prega
Pois ela consiste em se olhar para trás
E vislumbrar todo o Caminho
Enfeitado pela fulgurante beleza
De cada Alegria germinada ao lado
E não vista, posto que se caminhava olhando à frente. Ou para trás.  

A Alegria é o lírio presente
No todo lodo passado da vida, sem futuro. 

sábado, outubro 25, 2014

A Solução Final: Dilma vai votar em Aécio

Lula ensina Dilma a votar
Dilma: Candidato Aécio, o senhor me pergunta em quem eu, como cidadã, vou votar. O candidato parece que não estudou essa questão. O voto, candidato é uma conquista do meu governo. Assim como o Pronatec, que faz a inflação estar sobre controle, mesmo não estando. No meu governo, o Brasil cresceu tanto, mas tanto, que já nem mais é preciso fazer a transposição do Rio São Francisco, já que ele quase encostou na bacia do Amazonas, que ficou tão grande que já nem é mais uma bacia e precisamos arranjar um outro nome pra ela. Já no seu governo, o desemprego era tanto que nem o próprio Lula tinha emprego, vivendo com o dinheiro do PT, que tinha só 4 e o Lula queria 11. Ora, todo mundo sabe que 11 menos 4 dá 9. Por isso tivemos que desviar todo o dinheiro do Erário Público para o nosso Partido. E se toda a liderança do meu Partido está presa, superlotando os presídios é culpa do seu governo, que não soube planejar a criação de mais presídios. Porque com o PT e com o meu governo todos estão ganhando muito dinheiro. A vida dos brasileiros filiados ao PT melhorou e muito, todos tendo acesso ao Pronatec, criação do meu governo, um governo tão bom que eu governo pelo celular. Para tomar uma decisão certa para o Partido, ou melhor, para o Brasil antes eu ligo pro Lula, pro Zédirceu e já ponho todos os doleiros de sobreaviso.  Por tudo isso, candidato, o senhor me pergunta em quem eu vou votar. E eu digo que a sua pergunta é muito boa, porque votar é uma coisa inteligente. O que é ser inteligente? Ser inteligente é fazer a coisa certa, como eu fiz quando criei o Pronatec. Ora, se eu criei o Pronatec, coisa que o seu governo não fez, Minas Gerais também vai melhorar muito, o que não aconteceu no seu governo, que aliás, como o governo de São Paulo, nem fez chover, criando a maior seca nos últimos cem anos. O próprio Lula já tem o seu voto definido, um exemplo de sucesso do nosso plano de governo, pois saiu da miséria absoluta e com a criação do emprego dele como Presidente já acumula fortuna nunca antes vista nesse País. Isso porque a mãe dele, muito humilde, já nasceu analfabeta. Hoje, graças ao Pronatec ela tem uma imensa fazenda na Argentina, mas continua recebendo o bolsa-família. Já a criação do porto Mariel em Cuba, foi apenas um gesto humanitário. Hoje os cubanos já podem fugir para Miami em um navio, não precisando mais fugir nadando, correndo o risco de precisar do socorro dos Maus Médicos cubanos, criação do meu governo. Por isso, se eu for eleita, criarei mais Pronatec em Miami para ajudar nosso amigos cubanos. É isso! 

sábado, outubro 04, 2014

O voto em branco ou nulo: o rebelde grito de um cidadão mudo.

Algumas excrescências do Sistema Eleitoral brasileiro: 

O nosso sistema eleitoral diz: se votou em branco, ou seja em ninguém, o seu voto não vale nada. Você não conta. Portanto, você não é um cidadão. Se, por acaso você quis dizer que não aprova nenhum dos candidatos, isso não conta. O Sistema não se importa com a sua opinião. Você não é um cidadão.
Se você anular o seu voto você também não é considerado um cidadão. Suponha que você tenha anulado o seu voto porque não aprova nenhum dos candidatos. Isso não quer dizer absolutamente nada para o Sistema. Você não é considerado cidadão. Suponha que você tenha anulado o voto porque não concorda com o Sistema, por alguma razão sua. Ora, pouco importa! A sua voz não é ouvida, porque você não existe para o Sistema. 
Como um evidente indício de má-fé ou, no mínimo, uma péssima intenção, os votos brancos ou nulos são excluídos da apuração, da contagem. São os chamados votos válidos. Ou seja, meu caro, você como cidadão, não vale nada para o Sistema. A sua opinião pouco importa! Alguém perguntou alguma coisa para você? Não, não é? Então, cale-se! Você não existe.
Somando isso à obrigatoriedade do voto, o nosso Sistema Eleitoral se resume no seguinte: você pode escolher, desde que seja o que queremos. E os que são eleitos para o Executivo geralmente o são com uma minoria de toda a população. Chegando ao absurdo de termos votações passadas, cujos eleitos para um segundo turno, o segundo colocado eram os votos brancos e nulos. Votos que foram ignorados, porém queriam dizer muito. 
Então, o Sistema diz que o que é sacrossanto é o voto. Alegam que a Democracia se fundamenta na escolha da maioria, por meio do voto. E exercitam essa Democracia de forma autoritária, com o voto obrigatório. A própria Constituição que nos proclama uma País Democrático, proclama também que não somos obrigados a exercer um direito, o direito de votar. Mas ele é obrigatório. A alegação cai por terra quando temos senadores que, na condição de suplentes, não tiveram um único voto e geralmente nunca se sabe ao menos o seu nome. 
A eleição em dois turnos, o absurdo número de partidos, a reeleição, o voto em palhaços, analfabetos e outros são algumas das excrescências do Sistema. Tema que deve ser debatido e modificado em profundidade, pois já não se coaduna com um Brasil no século XXI.
Porém, no momento, o que conta é essa eleição. Para exercer o seu direito de cidadão, mesmo que sendo obrigado a isso, vote. O voto é a voz do cidadão. Pelo exposto, excluem-se os votos em brancos e excluem-se também os votos nulos. Então, além de votar, vote em alguém. Deixe para contestar o sistema ou os candidatos para depois. Pouco importa o nome que você escolher, é um direito seu. 
O cidadãos "que não sabem ou estão indecisos" só existem para pesquisa de intenção de votos. Não é a eleição verdadeira. Mas a eles também eu diria para votar em alguém como se estivesse contratando alguém para gerenciar a sua própria empresa. Afinal, é isso mesmo: você vai pôr alguém para gerenciar, muito mais que a sua empresa, o seu País.  E isso não é uma brincadeira, um jogo de futebol. É sério, muito sério, o mais sério de tudo. Eu jamais colocaria um lunático para ser o gerente da minha loja. Muito menos um ladrão em liberdade condicional ou um filantropo com o dinheiro alheio (no caso, o meu e o seu).
Eu nem daria essa opinião, se esse gerente que vai ser do seu País o será do meu também, pois ele é nosso. Mas não vou dizer nada disso: apenas que vote em um nome. 
Não vote em branco e muito menos anule o seu voto. Porque, assim o fazendo, vai sair da urna achando que deu o seu grito de cidadão, mas não se esqueça que, para o Sistema, você não existe. Portanto, é mudo.  

sexta-feira, outubro 03, 2014

Eleições: o samba do crioulo doido

A Polícia Federal, após exaustivas investigações, concluiu: a falta de chuvas em São Paulo e no Brasil inteiro não é de responsabilidade e culpa do Geraldo Alckmin!!!

Essa bombástica revelação foi a gota d'água para haver uma enxurrada de intenções de voto pro Padilha! Agora, ele já ultrapassou o PIB brasileiro, que o IBGE errou e disse que era 0,0001%. O correto é 0,001%. Ele também está com o apoio da Luciana Genro, chata como uma empedernida sobra, que, como apoiadora da maioria de todas as minorias, também apoia a minoria dos que ainda tem água pra beber. Ela e o Eduardo Jorge formam o casal "beck to the future" e contam com o apoio do agronegócio e propõem a inclusão na cesta básica de mais vegetais e ervas aromáticas. 

Embora tenha havido a declaração de vários pais para o bolsa-família, como o Lula, o FHC e até o Pastor Everaldo, Levy Fidelix não aceita que a Dilma seja incluída entre os assumidos pais, pois ele defende uma família tradicional evocando até o Raul Seixas que cantava o rock das aranhas, exorcizando os lobisomens e jacarés. E a sobrecarregada Polícia Federal já foi autorizada pela Dilma a investigar a existência de pelo menos uma mãe, para responsabilizá-la por poligamia.Como o salário-família foi instituído na década de 60 pelo Franco Montoro, haveria a ocorrência a aberração genética de ele ser o avô do próprio filho, a famigerada e esfomeada bolsa-família. Que na realidade deveria ser chamada de bolsa-milagre, pois consegue fazer com que setenta reais tire uma família inteira da miséria, além de torná-la de classe média, a maldita elite branca.   

Quanto à Dilma, um caso típico de dupla personalidade: como candidata sabe de tudo, mas como PresidAnta, sabe de nada, a inocente! Por isso a Luciana Genro recomendou a ela e ao Levy o uso contínuo de Rivotril. Ao que tudo indica, por experiência própria. A Marina já usava, mas mudou de ideia: caso não seja eleita vai montar uma transportadora. De mudanças, claro!  Mas ela se defende das acusações de mudar o tempo todo. Alega que, se até a surda muda, porque é que eu não posso mudar? Porém quem não muda nunca é o Lula, Mula para os íntimos. Na década de 70 subiu em um palanque e nunca mais desceu. Está em campanha. Nem sabe direito para quê, mas está em campanha. Mas, zuzo bem, ele nem é candidato. Ele não pode tomar Rivotril, porque é muito perigoso, quando misturado ao álcool. Que ele toma terapeuticamente, com a finalidade de matar o câncer de cirrose.  

Por trás de tudo, a Teoria da conspiração, que diz que a Globo está em plena campanha por Zé Maria e o Ey-ey-eymael, porque, após o modorrento debate e apanha, fez um noticiário exclusivo para eles. Zé Maria aparece discursando para uma imensa platéia de XI carteiros que estavam distribuindo panfletos para a Dilma, tentando esconder um latão-de-lixo, cheio de panfletos do Aécio. Já Eymael dizia... dizia o que mesmo...? Contam com a aleatoriedade da queda acidental de mais um avião, para que o vice provoque uma revolução nas intenções de votos, o que faria o Tiririca subir a rampa do Planalto, ao lado da primeira-dama, a Florentina.   

Com tudo isso não se sabe quem ganha as eleições. Já quem está ganhando muito em horas extras são os agentes da Polícia Federal pela sobrecarga de trabalho com o partido verde. Que não é político, posto que partida. Mas não partida de futebol do palmeiras, que até segunda e as eleições são domingo. Partida verde, das verdinhas. Dólares que em verdadeiro Mistério Público evaporam com a gasolina alcoolizada da Petrobrás. A verdadeira farra-do-boy, Paulo e seus doleiros. Em felação premiada, para o arrepio do Fidelix, contou tudo pra PF e até a Dilma ficou sabendo de tudo, que não sabia de nada. Tanto que demitiu o Paulo que pediu demissão e prometeu devolver o fundo de garantia, meros 75 milhões. De dólares. Verdadeira bagatela, perto dos 2 bilhões que a Dilma mandou pro  vinho do Porto Mariel. Mesmo com o país inteiro, 200 milhões em ação, mandando ela  
tomar em Cuba. 

Mas Chica da Silva tinha outros pretendentes
E obrigou a Princesa a se casar com Tiradentes.
Joaquim José, que também é, da Silva Xavier
Queria ser dono do mundo
E se elegeu Pedro II. 
Da união desses dois ficou resolvida a questão
E foi proclamada a escravidão. 

Brasil, onde a zoeira nunca acaba. 
Eu, por mim, resolvo provisoriamente isso tudo com um 45. Já que a artilharia mais pesada revelou-se em omissão de socorro.